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A redução drástica dos caudais no rio Tejo na penúltima semana de março, que se verificou sobretudo nos concelhos de Abrantes e Mação, levou os deputados do PSD eleitos por Santarém a dirigir uma Pergunta ao Ministério do Ambiente.

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“Qual o ponto de situação em matéria de caudais durante março de 2021 e qual a explicação para esta ocorrência?”, questionam os eleitos social-democratas, que querem ainda saber que medidas foram tomadas pelo Ministério do Ambiente e se contatou as autoridades espanholas acerca do caso.
Segundo o documento entregue na Assembleia da República, os deputados sublinham que o último Inverno foi “relativamente chuvoso, estando as barragens com elevados níveis de aprovisionamento”, pelo que “aumentam os receios sobre os meses que estão para vir face à gestão de caudais que está a ser feita por Espanha”.
Os deputados querem saber se a Convenção de Albufeira está efetivamente a ser respeitada pelas autoridades espanholas, e pedem ao ministro que faça um ponto da situação em relação à aplicação deste acordo de gestão dos recursos hídricos nos anos de 2019 e 2020.
No documento, os social-democratas recordam ainda ao Governo a situação que se verificou no terreno, denunciada pelo Movimento PROTEJO, que divulgou imagens do leito do rio parcialmente seco, com espécies piscícolas concentradas em troços estreitos.
A falta de caudal representa “uma forte ameaça para os ecossistemas e uma pressão acrescida para espécies como o sável e a lampreia em período de desova, que ainda enfrentam outras ameaças como a poluição e a pesca ilegal”, salientam os eleitos, que perguntam ainda se “as populações podem estar tranquilas para o período estival que se aproxima”.

 



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