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Os presidentes das comunidades intermunicipais da Lezíria do Tejo (CIMLT), Médio Tejo (CIMT) e Oeste reuniram-se esta terça-feira, 22 de dezembro, com vários membros do Governo, numa reunião onde se comprometeram a apresentarem ao Governo uma estratégia comum para o desenvolvimento dos respetivos territórios tendo em vista o próximo quadro comunitário de apoio Portugal 2020/2030.

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Uma reunião onde foi assinado o primeiro ITI - Instrumento Territorial Integrado, e que incluiu três ministros – da Coesão Territorial, Ana Abrunhosa, da Modernização do Estado e da Administração Pública, Alexandra Leitão, e do Planeamento, Nelson de Souza - e o secretário de Estado Adjunto e do Desenvolvimento Regional, Carlos Miguel.

O presidente da CIMLT, Pedro Ribeiro, espera que este seja um momento histórico e “um marco no futuro do desenvolvimento do Vale do Tejo”.

Para a presidente da CIM do Médio Tejo, Anabela Freitas, “a formalização deste memorando reveste-se de grande importância, sendo um ponto de partida e não de chegada, mediante o longo processo e trabalho que vamos encetar daqui para a frente”.

Em causa está a assinatura de um memorando com as três comunidades, que têm agora de desenvolver uma Intervenção Integrada de Base Territorial que inclua o que considerarem mais importante para o desenvolvimento dos três territórios, tendo em vista uma gestão comum de fundos comunitários.

Atualmente as três comunidades fazem parte da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) de Lisboa e Vale do Tejo ao nível de organização territorial, mas, para obtenção de fundos comunitários, Oeste e Médio Tejo estão integradas na CCDR do Centro e a Lezíria na do Alentejo, o que provoca vários constrangimentos em termos de projetos de maior abrangência.

A apresentação de um plano comum não tem um prazo estipulado, mas é esperado que haja entendimento até ao final do primeiro semestre do próximo ano.

“Aquilo que se pretende é que haja aqui alguma coerência entre estes três territórios e encontrar uma gestão que seja comum. Estes são três territórios que continuam em divergência com aquilo que é o crescimento a nível nacional. São territórios que não são propriamente do interior quando a gente fala no interior profundo, mas são territórios que não têm crescido em termos de PIB per capita como qualquer um deles gostava de ter crescido. Daí que se justifique uma estratégia própria para os mesmos, que constituem uma espécie de cintura verde à Área Metropolitana de Lisboa”, afirmou à agência Lusa, Carlos Miguel.



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