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Sonhos Húmidos (à Esquerda)

mario santiago

Mário Santiago

Dois factos a realçar da comunicação de Cavaco Silva:

1) – Como qualquer sonho húmido em que acordamos antes de atingir o êxtase, também o sonho de uma esquerda derrotada a governar Portugal acabou assim que o boliqueimense abriu a boca. A reação dos derrotados não se fez esperar com ininterruptos insultos a Sua Excelência. Lembrei-me de imediato quando a gata acorda-me às 6 da madrugada com uma sonora e irritante miadeira a pedir-me uma saqueta de Purina, estragando o preciso momento em que no sonho o amor estava para acontecer (não deveria estar a escrever estas coisas, mas que se lixe…).

2) – O Festival Nacional de Gastronomia em Santarém está a decorrer! Mas abrimos o facebook e lemos coisas do Costa, coisas do Ferro Rodrigues, coisas da Catarina, coisas do Jerónimo e insultos ao Cavaco. Aliás, muitos insultos ao Cavaco! Do maior acontecimento boémio do Ribatejo, nem uma palavra…! Temos assim os ribatejanos mais preocupados com o sonho (politicamente humedecido) do António, da Catarina e do Jerónimo do que irem jantar e beber uns copos com a família e amigos.

Em relação aos resultados das eleições, também quero aproveitar a oportunidade para fazer a minha análise pessoal:

Derrotados: – Todos aqueles que não atingiram os 50.000 votos

Vencedores: – Os restantes

Mas o grande vencedor da noite foi mesmo Marinho e Pinto (PDR). Foi mesmo aquilo a que se pode chamar de tripla vitória:

I – Conseguiu ultrapassar a barreira de 50.000 votos, condição necessária para que os portugueses desembolsassem a bonita quantia de quase 190.000 euros de subvenção estatal (3,10€ por voto)

II – Não foi eleito deputado por Coimbra, ou seja, não tem que abandonar o Parlamento Europeu onde ganha 17.000 euros/mês para vir ganhar um miserável e indigno vencimento de deputado da nação.

III – Não elegeu nenhum outro deputado pelo PDR, não tendo assim que aturar camaradas de partido com ideias ou com a mania que o partido pode ser mais algo do que um projeto pessoal do próprio Marinho e Pinto. Para experiencias ruins, já bastou o episódio dos fiéis da Igreja Maná.

Em relação ao PCTP/MRPP, fiquei muito mais aliviado com a palavra de ordem ‘MORTE AOS TRAIDORES’ ter a ver afinal com desavenças internas no partido e não alguma forma de revivalismo pós-revolucionário. O que continuo a estranhar é que exista quem dentro do partido entenda que o partido tem mais representatividade eleitoral do que os votos por engano na foice e martelo e que os mais de 50.000 votos (objetivo) não fossem só por si já um excelente resultado.

E ‘prontos’, por este mês já tenho as ‘escritas’ feitas. Faz-se tarde e tenho um estágio para começar relacionado com o Festival da Gastronomia. Não faltem – acaba já no dia 1 de Novembro!

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