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Novo ano, vida nova?!…

francisco mendes

Francisco Mendes

2014 já se foi! Vem aí 2015!

Habituei-me desde pequeno a que devemos no final de cada ano fazer um balanço do que se passou na nossa vida nos 12 meses que se findam e projetar o que queremos fazer e atingir nos outros 12 seguintes…

E a real esperança, quase certeza, era, achava eu e quase todos nós que já contamos alguns anos, que o futuro próximo seria tendencialmente melhor que o passado recente!

Hoje, pensar e achar isso seria certamente uma ilusão, uma completa utopia. Seria mesmo viver no mundo da Lua!

Os nossos possíveis horizontes para o mundo, para o nosso continente, para o nosso país e até mesmo para o nosso concelho, não são certamente nem podem, por agora, ser muito alargados. Isto mesmo que os nossos irresponsáveis responsáveis políticos nos vão tentando “meter Lisboa pelos olhos dentro” e dizendo o contrário…

É certo que estamos todos um pouquinho saturados de comentários de comentadores (desculpem o quase pleonasmo…) que tudo criticam sem nada concretizarem e muitas vezes sem sequer propostas concretas apresentarem.

Mas há situações que não podemos deixar de referir, de abordar e de criticar.

E cá pelo nosso burgo não se nos apresentam exceções relativamente a este todo nacional!

Hoje mesmo, dia 29 de dezembro, é apresentado pelo executivo camarário à Assembleia Municipal (de Santarém) o Orçamento e as Grandes Opções do Plano para 2015. Um Orçamento sem qualquer indicador de esperança para o futuro, sem qualquer vislumbre de aumento da qualidade de vida. Um Orçamento não só de estagnação, mas mais ainda de retrocesso.

Onde ficam as tão necessárias medidas para atrair os investimentos, para criar emprego, para fixar as pessoas?

E assim vamos voltando ao passado não muito longínquo em que a vocação de Santarém parecia ser ser um dormitório da Grande Lisboa…

Mantém-se a opção pela gestão corrente do dia a dia, sempre como anunciada consequência das imposições legais a que a situação financeira anterior nos obrigou!

Gestão estratégica já era! Ou nunca foi… Arrojo e ideias são aqui palavras vãs.

Aí temos no seu esplendor mais um orçamento resultante e resultado do receio de agir, do medo de arriscar. O futuro certamente nada terá para agradecer.

Mas apesar de tudo, digo na mesma: Morreu 2014! Viva 2015! Ou será que não?! Que a 2014 se segue mesmo outro 2014?!

Francisco Mendes.

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