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Nuno Antão

nuno antao new1Mais do que factor de divisão territorial, política, de gentes e tradições que vivem dele e com ele, o Tejo deve fazer convergir vontades e despertar sentimentos de unidade. Só assim podemos garantir a sua defesa, ambiental, social, cultural e económica.

O Tejo está a morrer, este é o pensamento praticamente unânime de todos os agentes que agem e interagem com o rio. Mas, se na reflexão e na conclusão estamos praticamente todos de acordo, porque raio de razão na acção divergimos, ou amplificamos essa eventual divergência?

O Tejo não é, nem pode ser, arma de arremesso político para ganhos políticos e mediáticos imediatos. Ao fomentarmos esta disputa não damos um único contributo positivo para a resolução dos problemas internacionais (o não cumprimento dos caudais mínimos acordados na Convenção de Albufeira), que geram também, problemas ambientais (há relatos de abundantes descargas poluentes, identificados, não sancionados e muito menos corrigidos) e económicos (novas travessias e pesca de subsistência).

O Tejo não é de vereadores da oposição contra Presidentes da posição, não é de Deputados com câmaras de filmar atrás contra os das perguntas e requerimentos, não é de ambientalistas contra empresários, o Tejo é de todos, para todos.

Se houve um tempo em que o Congresso do Ribatejo fez sentido e um outro em que se perdeu esse espírito de união. Ao Tejo, ao Ribatejo e às suas gentes devemos o esforço de voltar a pensar o Ribatejo como um todo e o Tejo como factor essencial de unidade! 

O desafio é dirigido a todos, individualmente considerados ou devidamente organizados em movimentos, associações, partidos, agentes económicos, forças de segurança e protecção da natureza, entidades públicas e privadas. Juntem-se, encontrem-se a meio caminho, estabeleçam plataformas máximas de entendimento e na integração de visões e soluções diferentes, haja unidade na acção.

O potencial ambiental, cultural, turístico, económico e social do Rio Tejo merece este esforço, vamos a isso?

(como é óbvio, não podemos esquecer de juntar aos problemas do Tejo, aqui sumariamente descritos, outros problemas, como por exemplo em Portugal, os do Alviela e Almonda.)

 



Comentários   

-1 #3 De Mattos Monteiro 08-02-2016 15:41
Bom dia ou Boa tarde snr Nuno.

Convido o snr Nuno Antão a visitar a Ortiga e explicar-me melhor a sua teoria e nomeadamente o que será isso de haver um entendimento no meio do caminho e um acordo entre a nossa Associação e a industria assassina e reiteradamente poluidora. Não sei quem o snr é mas se me permite o snr extrapolou um pouco alguns princípios e nomeadamente o direito à VIDA DAS POPULAÇÕES RIBEIRINHAS.... ..
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+1 #2 João António 08-02-2016 14:39
Não pode haver entendimento possível entre os contínuos assassinatos da natureza, cuja única intenção visa o lucro a qualquer preço. Primeiro cumpra-se a lei, e só depois tente-se arranjar uma solução para a coexistência das indústrias e o meio. Se existem aproveitamentos políticos, e sempre os haverá em qualquer caso, têm bom remédio, resolvam os problemas. O Snr. com seu artigo só vem engrossar a fila daqueles que nada têm para dizer, estando mais preocupado com a agitação, do que em resolver seja o que for. Um abraço
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-1 #1 pedro melo 08-02-2016 14:22
Palavras sábias. Obrigado pelo seu douto conselho paternalista - "juntem-se" diz o senhor Antão. Então de que lado está o senhor Antão? Dos que falam e mandam os outros fazer? Tomo a liberdade de lhe devolver o conselho: JUNTE-SE A NÓS.
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