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PAULO CRISTIANO MARQUES, dirigente sindical

Quem é que no seu perfeito juízo julga, que é retirando rendimentos ás pessoas e ás famílias, que resolve as contradições orçamentais e financeiras de uma mão cheia de governos, das últimas décadas?

Na resposta a esta questão aparentemente simples, o governo contraria todos os ensinamentos da economia e responde claramente que o objectivo é empobrecer os Portugueses; Mas diz mais, diz ainda, que já somos obviamente pobres, mas que é necessário empobrecer ainda mais o povo.

O país não precisa obviamente de um governo destes, nem de “gentes” que tenham estas preocupações. Convençam-se que a “troika” não veio para nos salvar, nem sequer para nos ajudar. A “troika” é apenas uma das peças do puzzle rumo à constituição de um mega-estado germanófilo constituído por protectorados periféricos… O sonho de qualquer hitleriano que se preze…

E a nós? O que nos resta?

Resistir. Agir. Mudar. Não queremos mais “troika”. Não precisamos de empréstimos adicionais, nem sequer de renegociar prazos, pelo simples facto de que não é possível pagar aquilo que nos pedem. Matematicamente é impossível. Está provado.

Então e depois? A honra de liquidar os compromissos? A nossa palavra?

A resposta a estas perguntas é clara: Então e o compromisso dos países e dos políticos para com os seus cidadãos? O apoio social a quem precisa, a educação, a saúde e a cultura, o desenvolvimento económico; O que é feito desses compromissos? E o que dizer do compromisso de honra que todos os governantes assumem na defesa da soberania do país?

Assumamos de uma vez, a dívida só poderá ser dívida para ser assumida pelo povo, a partir do momento que estiver auditada e devidamente justificada, exactamente como se faria em qualquer empresa; Enquanto isso não acontecer não haverá lugar a mais pagamentos sanguinários, quaisquer que eles sejam.

Então, quer dizer que só nos resta a insolvência? A saída do euro?

Não necessariamente, mas em caso extremo, porque não? Ou será que estarão convencidos da bondade das medidas de austeridade que nos têm imposto? Infelizmente esse “adjectivo subtractivo” veio para ficar, não dois, nem cinco anos, mas sim 15 ou 20 anos. Uma vida. Um sofrimento. O que será preferível? Sofrer 20 anos de pobreza e miséria, ou tentar uma nova vida, uma nova economia, uma nova estratégia? Porque não uma nova politica, uma nova forma de pensar e agir? Uma nova democracia, diferente…

 

Paulo Cristiano Marques



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