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Paulo de Carvalho, Radialista e Publicitário

Em tempos de dificuldades económicas, filas de carros e pessoas fazem uma perfeita romaria ao centro comercial e aos hipermercados de Santarém. Paralelamente, as principais ruas do comércio tradicional definham, cada dia que passa mais desertas. Lojas vazias, montras fechadas, papéis a dizer “vende-se”, “aluga-se” ou “trespassa-se”, confirmando a agonia do comércio tradicional. Efeitos das mudanças económicas, ou de toda uma profunda crise de valores? Na realidade o que levou as pessoas a voltarem as costas às lojas mais tradicionais?

Esta será sem dúvida uma conversa muito usual na nossa cidade. Conheço o mercado de Espanha, como por exemplo Badajoz, uma cidade com vários centros comerciais mas onde o comércio tradicional não se queixa de semelhantes ameaças. Bastará visitar a localidade num destes fins-de-semana para perceber que é ali, bem no centro da cidade, que está o grande centro comercial. Talvez porque os vários comerciantes inovam e modernizam-se tentando nunca perder a competitividade.

Como é evidente, vão sempre existir e cada vez em maior quantidade, grandes superfícies comerciais. No entanto, quero acreditar que as pessoas, num futuro mais próximo, vão procurar cada vez mais o comércio tradicional.

Como sabemos o preço das grandes superfícies é uma ilusão, nem sempre sai mais barato. Além disso, todos sabemos que no comércio tradicional, se alguma coisa não correr bem seremos atendidos com toda a atenção e será prestada uma assistência pós-venda totalmente diferente, para além de significar a criação de mais postos de trabalho.

Esta será a hora para não baixar os braços. Os consumidores não conseguem acompanhar os preços altos e por outro lado estão cada vez mais esclarecidos. Talvez seja altura para mudar…



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