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MARCO OLIVEIRA DOMINGOS, Assessor de Comunicação

Da Rede Regional para a Rede Global. O Facebook é a rede social mais utilizada em todo o mundo e é o segundo site mais visitado em Portugal, apenas ultrapassado pelo Google.

O Presidente da República tem Facebook, Passos Coelho também, Cristiano Ronaldo tem 36 milhões de amigos no Facebook (Messi tem apenas 27!!), muitas das revoltas recentes do norte de África tiveram início em grupos formados e dinamizados no Facebook e até o José Malhoa tem um “hit” sobre o “Face”.

O Facebook é um fenómeno e toda a gente procura tirar partido desta ferramenta.

Assinalando os primeiros seis meses como Primeiro Ministro de Portugal, Passos Coelho escreveu na sua “Wall” o que lhe ia na alma, ao ler tantas “mensagens de frustração ou desespero” dos seus “amigos”.

Passos terá ficado particularmente tocado com a mensagem de Ana Isabel Albergaria (curiosamente não consta que exista alguma no Facebook), onde esta reconhece que com o seu voto ajudou a eleger Passos, mas que passado meio ano de governo laranja, deixou de ter dinheiro para continuar a pagar à mulher a dias, deixou de utilizar o carro e para além de só acender uma lâmpada de cada vez passou a tomar um banho por semana, pasme-se.

No contexto dos assessores que trabalham para o PM, os portugueses pobres lavam o corpo (provavelmente só algumas partes) de semana a semana, vão vender o automóvel e passar a andar a pé (porque o preço de uma viagem de autocarro está pelas horas da morte) e terão como uma das últimas medidas despedir a mulher a dias (sim, por que tal como nas novelas da Globo, qualquer casa que se preze conta com os serviços de uma).

Eu percebo que o desígnio do governo de Passos Coelho seja de empobrecer o país. De nos empobrecer a todos. Eu percebo que nos aumentem o preço da bica, que se estimule o consumo da fruta nos bebés e que se volte ao tempo da fralda de pano. Eu até entendo que se metam os anéis de ouro no prego, se mantenha o vinho nos 6% e se aumente o leite com chocolate para a taxa máxima. Mas, caramba, deixem-nos manter alguma dignidade.

Podemos ser pobres e deprimidos, mas nunca seremos uma súcia de porcalhões. Mesmo que não haja dinheiro para o gás, haverá sempre a higiene e a dignidade. Mesmo que seja a última coisa que nos reste.

Somos portugueses, tesos é certo, mas lavadinhos.

 

Marco Oliveira Domingos

Assessor de Comunicação

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