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AFONSO MARTINS, Jornalista

A semana começou com o anúncio do Governo de que a Estrada Regional 361, que liga Alcanede a Alcanena, vai, finalmente, ser repavimentada. A notícia é boa. Se vier a tornar-se realidade. Foi assim que reagiu o Movimento Cívico que, nos últimos anos, tem assumido, e bem, a luta pela recuperação de uma via que tem tanto de importante como de (vergonhosamente) esburacada.

Conheço a estrada e posso garantir que, salvo o (pouco) exagero, em algumas das “crateras” quase cabe um dos muitos camiões de uma das empresas mais importantes desta zona do distrito, servida pela Estrada Regional (ER) 361.

A ser verdadeira, a intenção do Governo, o troço da ER 361 que faz a ligação entre Alcanede e Amiais de Cima, vai começar a ser recuperado já nos primeiros meses de 2012. O restante, até Alcanena, ficará para uma outra etapa. Depois de anos de promessas adiadas e novos buracos, “é ver para crer!”.

De buracos estava cheio o “batatal” de Zenica, na Bósnia, onde Portugal jogou a primeira mão de acesso ao próximo europeu de futebol.

Depois de uma derrota comprometedora na Dinamarca, a selecção portuguesa foi superior, podia ter ganho, mas acabou por regressar a Lisboa com um perigoso nulo.

Felizmente, na Luz, Cristiano Ronaldo resolveu calar os críticos das suas prestações pela selecção e mostrou quem é o líder da equipa dentro das quatro linhas.

Com dois golos e uma grande exibição, não só respondeu aos “velhos do restelo” cá de casa, como mostrou aos adeptos bósnios que não há lasers ou gritos por Messi que cheguem para parar o nosso “miúdo maravilha”.

Regressa o futebol dos clubes. Está aí mais uma eliminatória da Taça de Portugal, já sem representantes do distrito. Em cartaz um Naval – Benfica, um Académica – Porto, e um Sporting – Sporting de Braga. Este último, do meu ponto de vista, o primeiro grande teste à real valia dos leões versão 2011-12.

Esta semana algumas notícias deram conta de que, em conjunto, o passivo dos três grandes ultrapassa os 300 milhões de euros. Contas, também elas, esburacadas.

Normal, diria eu. Há alguma coisa neste país que não dê buraco?

 

Afonso Martins

Jornalista



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