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Susana Veiga Branco

Susanaveigabranco01Encerram, recomeçam e iniciam-se ciclos de vidas e etapas, percorrem-se novos caminhos em simultâneo de se revisitarem outros. Temos um novo ano letivo já a funcionar em pleno, temos novas metas e objetivos delineados, novas apostas, as tais esperanças renovadas de que todos falam. Pais e filhos novamente a investir na educação, no aumento de conhecimentos, a investir na vida.

Se é certo que o abandono da educação e da formação mantem uma trajetória de redução, por outro lado há que questionar se a educação escolar chegará e em que termos ela é mais benéfica. Estamos a dotar pessoas de conhecimentos, mas isso chega?

Estudar é visto como “coisa normal”, há uma desresponsabilização por parte dos alunos e banalização de regras e de valores, há o saber por saber aplicado mas com barreiras intransponíveis que não levam a pessoa muito mais longe, mas apenas um pouco mais longe. Não há grande expansão das mentes.

E o valor da Entrega, está lá? Aquela entrega total que é dar tudo, estabelecermos níveis mesmo elevados e lutar por alcançarmos esse topo, trepando os degraus, se não chegar subir, arrastando-nos mas indo, com aquela determinação e coragem que caracterizam certas pessoas, as que têm não apenas a capacidade mas o perfil para alcançarem cada vez melhores resultados. Falo das pessoas que não se contentam com ir fazendo por fazer, arrastando-se, mas que sonham alcançar as estrelas e ultrapassa-las e que esse sonho as conduz, com altos e baixos, é certo, mas que se lançam nem sempre destemidamente, mas cujas reservas guardam num cantinho e vão.

Numa crónica que escrevi em tempos, noutro órgão de comunicação social, acerca da educação das crianças, mencionei “Porquê tanto facilitismo…? Será que não devemos rever prioridades e optar por educar mas também formar as nossas crianças…? Facultar ferramentas fundamentais às nossas crianças é uma estratégia de compromisso, promovendo a qualidade e sustentabilidades futuras. E como? Começando pela implementação de regras firmes e justas desde cedo e de forma coerente, demonstrando-as no dia a dia através do exemplo, acreditando naquilo que se diz e se faz…”

Hoje reitero e transporto também para os adultos, sabendo que não há nada mais difícil e que tantas vezes se falha, mas por mais vezes que se falhe, mais devemos aprender com esses erros, mais ficamos dotados de metodologias e capacidades para nos superarmos e melhor pensar e fazer.

Tudo se resume e engloba no que as famílias, pais, encarregados de educação, representantes legais, nós… pretendem e pretendemos, o que queremos para a nossa comunidade escolar e o que queremos para nós enquanto cidadãos, enquanto pessoas que são mais do que a unicidade, porque em sociedade só se existe dentro do todo e se dilui o individual. Depois, o que queremos já individualmente, para cada um de nós, seres individuais que aplicaremos o conhecimento para determinados objetivos concretos, com todos os benefícios, surpresas, desaires e evolução vindouros.

Já que hoje estou em modo de citações, cito também Augusto Cury: “A educação mundial tem de se reciclar…deve passar da era da informação para a era do Eu como gestor da mente humana (…) A era da informação produz a tecnologia que hoje nos deslumbra, porém não é capaz de produzir mentes livres, maduras.”

Isto, porque aprendizagens não bastam. Estratégias, compromisso e sobretudo abertura de mentes são fundamentais ao processo de desenvolvimento a ser implementado ao longo de toda a nossa vida.

Tão vasto, este tema, tanto a fazer, para crescer, que é impossível ficar parado à espera, é preciso abarcar a vida no nosso regaço e ir mais longe, sempre… 



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