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Gonçalo Gaspar

Nestes últimos meses acompanhamos mediaticamente alguns avanços e recuos da esquerda, principalmente a nível nacional.

Confesso que foi uma semana rica em humor, comédia, mas sobretudo confirmação!

O Partido Socialista com esta nova liderança de António Costa começa a tremer por ver e sentir que a mudança de liderança não chegou para a descolagem das sondagens que lhe dê a certeza que voltará a governar o país a seu belo prazer e interesse. E quando se pode chegar ao poder de forma natural e alternante, perante o período de exigência que o atual executivo governou o país, nem mesmo assim se afirmam. Porquê? Perguntam apenas os militantes do Partido Socialista.

Permitam-me a ousadia mas eu passo a explicar.

Os tenros 40 anos de democracia que o nosso país vive, começam a demonstrar efetivamente quem deve receber a responsabilidade de governar um país como o nosso. Todos aqueles que desejam governar com base em interesses partidários (sejam eles quais forem), cooperativos e particulares, esbanjando dinheiro público sem critérios ou porquês, demitindo-se de redimensionar o país às suas necessidades, ausentando-se de fazer as reformas necessárias e importantes para o desenvolvimento social e económico do país, não percebendo que a responsabilidade e a competência de gerir um euro público deve ser a mesma de gerir um milhão de euros públicos, não devem receber o mandato do povo para em seu nome gerir o bem comum.

Aquilo que o país viveu em 2011 foi de tal maneira grave e marcante que não vai querer voltar a sentir quanto mais viver.

Em democracia, como nos partidos, a renovação deve ser um imperativo para que o sistema político e o país não caia em vicio. Olhar para este “renovado” Partido Socialista e ver os protagonistas que ocupam a linha da frente é demasiado preocupante para não dizer mau! Se nos recordarmos efetivamente quem eram os donos disto tudo em 2011, vamos identifica-los facilmente, por mais que se tentem esconder ou proteger.

São eles! São eles que colocaram o país no chão de mão estendida! São eles que fizeram estradas onde não passam carros! São eles que fizeram um aeroporto onde não param aviões! São eles que assumiram encargos em nome de várias gerações, algumas delas que ainda nem viram a luz do dia! São eles que fizeram contratos vitalícios para alimentar a clientela! São eles que deixaram o cofre das Bolsas de Ação Social do Ensino Superior vazios! São eles que deixaram uma dívida de 4 mil milhões de euros no Serviço Nacional de Saúde! São eles que propagandeavam que o país estava a crescer quando na realidade já estava em recessão!

São eles e os apregoados (por si próprio) donos da democracia e disto tudo que trouxeram três vezes a troika/FMI para Portugal em 30 anos! Em 30 ANOS!

A pergunta que eu faço: Querem Governar o País para quê? É uma pergunta simples e sincera.

Porquê tanto masoquismo e incompetência. Porquê tanto desrespeito por um país e por um povo, porquê Partido Socialista?

António Costa, quando multiplica o argumento de que a dívida em Portugal está a crescer, devia ter vergonha na cara. Podia usar um qualquer outro argumento em oposição ao Governo, agora falar em dívida a crescer é de loucos! Quando o Governo do Partido Socialista liderado por José Sócrates, do qual António Costa fazia parte, com orgulho e de sorriso estampado no rosto, rubricou contratos ruinosos em PPP´s que vão hipotecar várias gerações, crescendo ano após ano, com cláusulas invioláveis, nunca os ouvi falar em dívida. Mas quão ridículo é a afirmação da boca de António Costa que a dívida em Portugal cresce!

É por isto que o Partido Socialista não descola nas sondagens e vai continuar a perder margem de vantagem para a liderança de um país de e para os Portugueses.

 

Gonçalo Gaspar



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