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Nuno Cardigos

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Foi uma semana um tanto ou quanto agitada que envolveu uma questão que, infelizmente, ainda continua a ser fraturante para a nossa sociedade. Esteve em votação no nosso parlamento, a possibilidade ou não, da adoção de crianças por casais do mesmo sexo.

Confesso que sou a favor mas entendo perfeitamente o conservadorismo que ainda existe em relação a esta questão. Tive algumas dúvidas sobre o assunto no que concerne ao desenvolvimento psicológico da criança. Mas depois de me informar cientificamente, junto de algumas pessoas que estão por dentro deste assunto, a minha decisão não foi difícil.

Entendo, acima de tudo, que esta questão tem de passar por um referendo. Não pode estar condicionada a uma simples votação na Assembleia da República. Portugal sempre foi pioneiro na proteção dos direitos humanos. Fomos dos primeiros a acabar com a escravatura e com a pena de morte. Tivemos a iniciativa de fazer um referendo sobre o casamento entre pessoas do mesmo sexo e sobre a questão do aborto. O país aceitou perfeitamente, de uma forma explícita, em estas situações. Esta mentalidade aberta está no nosso ADN.

Não pretendo aqui defender a discriminação e o preconceito que (ainda) existe cada vez menos na nossa sociedade sobre a homossexualidade. Defendo o direito a uma igualdade de oportunidades. Defendo que a orientação sexual nada tem a ver com a educação harmoniosa de uma criança e que as condições que devem estar em causa passem pela estabilidade financeira e emocional de quem quer adotar.



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