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José Carlos Antas

jose carlos antasOs Jogos Olímpicos Rio 2016 estão aí. Sempre que posso, vejo as diversas competições e sigo os nossos atletas e os dos vários países que se destacam, o que às vezes é difícil quando os Jogos são noutros continentes e a diferença horária é muito grande. De qualquer maneira, gosto de assistir aos recordes mundiais e olímpicos a cair, como prova do esforço dedicado de cada um para atingir um alto nível de rendimento e ficar com o registo na memória daquele momento.

Habitualmente não acompanho tantas modalidades, nem tenho interesse especial ou gosto por algumas delas. Mas os Jogos Olímpicos são diferentes, é algo universal que acontece de quatro em quatro anos. Começa logo pela cerimónia de abertura que faço questão de assistir em direto, pois naquele preciso instante uma grande parte da população mundial está a assistir ao evento. É um momento mágico de união por uma causa, que ultrapassa em muito apenas o desporto. Nos Jogos devem convergir as ideologias, as religiões, o respeito, o desportivismo, a humanidade. Infelizmente sabemos que não é assim, mas o que é um facto é que todos parecem esquecer os problemas e as diferenças naquele momento em que os atletas entram no estádio com as bandeiras nacionais. Para eles também é uma oportunidade que marca as suas carreiras e as suas vidas.

Depois, ao longo das provas, vemos desfilar autênticos mitos do desporto mundial, da natação ao atletismo, do futebol à ginástica e tantas outras modalidades que têm os seus heróis e as suas referências, mesmo para os próprios atletas que competem e ambicionam ser um dia como eles. Uns já são consagrados, outros estão a iniciar o seu caminho.

Da nossa parte, esperamos sempre um bom resultado dos nossos representantes mais conhecidos e que ao longo dos anos vão-nos habituando com conquistas de títulos europeus ou mesmo mundiais para Portugal. Porém, nem sempre acontece o que nós gostaríamos, elevamos muito a fasquia, quando a própria exigência dos Jogos já é extremamente elevada e ficamos tristes quando não atingimos o que sonhámos. O que não podemos esquecer é que é uma grande desilusão, fundamentalmente, para os atletas que treinam ano após ano para estes momentos e que se sentem frustrados com a sua prestação porque algo correu mal. Mas tudo isto faz parte do desporto. Nem todos podem ganhar e, normalmente, ganha quem está melhor preparado física e psicologicamente e, por vezes, também com um pouco de sorte à mistura.

Pessoalmente, fico muito feliz quando trazemos medalhas, como qualquer português, mas também fico satisfeito com recordes nacionais ou pessoais batidos e muitos outros resultados positivos que vamos alcançando, pois é sinal que os atletas se superaram e deram o seu melhor naquele momento. Por vezes não chega, mas demonstra evolução, determinação e querer e, claro, daqui a quatro anos lá estaremos em Tóquio.

 



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