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José Carlos Antas

jose carlos antasPor vezes estamos tão determinados em fazer ver o nosso ponto de vista, que nos debatemos com determinadas situações que nos desgastam em demasia e que não nos trazem qualquer benefício. Apenas por teimosia ou por vontade de fazer valer as nossas opiniões, perdemos tempo com discussões inúteis e infrutíferas, criando mal-estar com os outros, pondo mesmo em causa relações interpessoais de muito tempo sem qualquer necessidade.

Esses autênticos “cavalos de batalha” que construímos devem ser contidos até ser analisado se o assunto, tema ou situação valerá a pena o esforço. Existem tantas coisas que nos preocupam, que algumas temos de relativizar, caso contrário andamos sempre mal-humorados, em hipervigilância e prontos para responder de forma agressiva. Até porque, cá para nós que ninguém nos ouve, nem sempre temos razão.

Por isso, há que ponderar bem as coisas e analisar se o desgaste, as chatices e as consequências serão inferiores ao que iremos alcançar. Os “cavalos de batalha” trazem custos, por vezes insónias, dores de estômago e irritação constante, devendo ser chamados ao terreno apenas quando o objetivo a alcançar é importante para nós.

Não estou a dizer que nos devemos acomodar ou deixar de opinar, nada disso. Simplesmente, penso que não devemos gastar energias em assuntos de menor importância quando existem muitos outros que nos interessam e que podem contribuir para o nosso bem-estar. Nós podemos ficar com a nossa opinião ou ideia e os outros com as deles, não há necessidade de confronto.

É neste âmbito que surge a tolerância, tentar entender os outros, perceber o porquê dos seus comportamentos e se possível colocarmo-nos no seu lugar. Só que este exercício requer tempo de análise e atualmente não há tempo… para ter tempo. As respostas são imediatas, quase instintivas e sem reflexão e, por isso, surgem discussões, mal-entendidos e saem os cavalos de batalha de cada um para os terrenos, sem necessidade, nem racionalidade, consumindo as energias tão valiosas para outras demandas.

Se o objetivo da maior parte das pessoas é ser feliz, devemos focar-nos no que realmente interessa e aí sim, lutar condignamente, sem receios, com Motivação, com Inteligência, com Competência e a com nossa Força… são estes os nomes dos nossos Cavalos de Batalha que devemos desenvolver, alimentar e poupar para os desafios que realmente são importantes para nós.

 



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