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José Carlos Antas

jose carlos antasEste ano começa como o outro acabou, com campanha eleitoral. Em Portugal as campanhas prolongam-se durante meses e, neste último período, quase se sobrepuseram. Primeiro é o tabu de quem são os possíveis candidatos. Passam-se dias e dias, semanas e semanas a supor, presumir e a perseguir os eventuais pretendentes a concorrer às eleições (alguns deles até gostam e arrastam a novela do “Vou, não vou”). As hipóteses variam entre aqueles que as pessoas preferem, os dois ou três que os partidos poderão apoiar e eventuais independentes que aparecem, alguns com ideias razoáveis, outros para protagonismo efémero, outros mesmo por paródia.

Realizam-se sondagens antes de haver candidatos confirmados e publicam-se nas diversas perspetivas e cenários possíveis: de direita, de esquerda, de centro, numa primeira volta, na segunda volta, qual o preferido por partido, qual o desejado pelas pessoas, qual aquele que não quer concorrer e podia vencer, qual o favorito a vencer dos que concorrem, etc. Ou seja, quando chegamos aos nomes definitivos, já estamos um pouco fartos de ouvir palpites e considerações sobre este ou aquele e, por vezes, nem sabemos ao certo todos os nomes de quem efetivamente avança.

Este ano temos um recorde de 10 candidatos, penso que desde o 25 de abril não havia tantos rostos no boletim nestas eleições. Porem, a grande dúvida é se há ou não segunda volta e, se houver, quem irá figurar na grande final. Os debates sucederam-se a um ritmo morno, tirando um ou outro de tom mais “arisco” e com algumas frases interessantes. De resto, poucas surpresas numa campanha que decorre de uma forma normal e sem sobressaltos.

A figura do Presidente da República tem surgido nos últimos tempos aparentemente secundária, ou pelo menos, parece que os portugueses a entendem assim. Francamente, não sei se teremos uma abstenção menor no próximo dia 24 de janeiro, se mais jovens irão votar, se as pessoas se irão mobilizar pelo carisma deste ou daquele candidato.

Independentemente de tudo isto, irá iniciar-se um novo ciclo com um(a) novo(a) Presidente de República que terá o seu próprio modo de atuar: Será interventivo, energético, discreto, moderado, perspicaz, diplomático, “decorativo”, imparcial,…? O tempo o dirá e acredito que será posto à prova diversas vezes ao longo do seu mandato, fazendo sobressair as suas competências pessoais (ou não) adequadas à função, pois existem muitos aspetos no panorama nacional e internacional que irão merecer a sua atenção total e absoluta.

Haja, sobretudo, Liderança e um rumo firme e positivo para Portugal.

Outras coisas mais

» É indecente, triste e lamentável como estamos a tratar o nosso Rio Tejo. Parece que estamos a assistir a uma crónica de uma catástrofe ambiental anunciada. São descargas poluentes, são barreiras erguidas que atravessam o rio..., enfim, espero que as autoridades atuem rapidamente e que se lembrem do que aconteceu no Rio Doce no Brasil. Estas coisas devem ser lembradas para não se repetirem.

» Foi indecente, triste e lamentável, o ataque na cidade de Colónia na Alemanha, onde centenas de mulheres foram molestadas e agredidas na noite da passagem de ano. Mais lamentável ainda, foi o controlo das notícias sobre este aspeto na comunicação social. As coisas foram suavizadas, adiadas e só se falou alguns dias depois do que aconteceu. A Europa continua complexada e a liberdade de imprensa só convém quando é politicamente ou socialmente correta. Não obrigado. Ou informa tudo, ou não informa nada, por exemplo, deve informar se a polícia bate no cidadão, assim como, quando o cidadão bate no polícia ou quando um repórter bate num refugiado e quando um refugiado bate num repórter. Liberdade, igualdade e verdade para todos. É uma Europa civilizada, livre e justa que quero.

 



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