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Rui Barreiro

rui barreiroA 52ª Feira Nacional de Agricultura e a 62ª Feira do Ribatejo estão por aí. Este evento, o maior de Santarém, nem sempre tem sido bem amado pelos representantes do povo mas o tempo passa e a sua consolidação e modernização acaba por acontecer.

Para mim que sou ribatejano e me habituei à feira, quer enquanto local de trabalho quer enquanto espaço de diversão, esta altura é sempre altura de festa. Reencontrar velhos e novos amigos, aprender, divertir-me e principalmente sentir o pulso de um sector importantíssimo para Portugal mas principalmente para o Ribatejo.

Apoiar a Feira, participar nela, proporcionar visitas e trazer gente a Santarém é uma obrigação de todos. Do ponto de vista económico é indiscutível o impacto positivo da mesma. Para clubes e associações pode representar o equilíbrio orçamental que se necessita para que durante o ano as “coisas” corram bem.

Este ano o cartaz da Feira traz uma figura de campino bem conhecida, justa homenagem ao homem e aos campinos, colorido essencial em qualquer edição da Feira. A Floresta Portuguesa é chamada para título desta edição, julgo que merecidamente, considerando a importância estratégica para Portugal. Muitos eventos, colóquios e uma alargada mostra de maquinaria e animais vão embelezar, uma vez mais o CNEMA. Destaque para a programação musical que acaba por se transformar num verdadeiro festival de Primavera conseguindo trazer público que assim não viria à Feira.

Quem vem à Feira são os políticos do País. Os governantes e os opositores todos farão uma romaria ao certame acompanhados pelas TVs. Muitas palavras de circunstância e algumas poses para aparecer no “boneco” irão ocorrer, mas isso também faz parte do folclore da Feira.

Para Santarém esta é sempre uma grande oportunidade de se dar a conhecer a quem vem de Norte a Sul do País. Espero, sinceramente, que esta edição possa ser aproveitada para dar a conhecer o que de bom se produz, se come e bebe e, principalmente que se consiga convencer o visitante a voltar mais vezes seja para visitar monumentos, museus, piscinas ou para vir ao teatro.

Esta festa é de todos os Ribatejanos mas é principalmente para os de Santarém que beneficiam da proximidade. Continua o dia livre, para que ninguém deixe de visitar a feira por razões económicas, criando assim condições para que a feira possa ser para todos. Oxalá esta seja mais um sucesso para que no próximo ano possamos ser ainda mais exigentes.

Viva a Feira do Ribatejo!

 

Rui Pedro de Sousa Barreiro



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