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Rui Barreiro

Setembro é o mês de muitos regressarem às suas actividades laborais ou estudantis. Infelizmente, Portugal continua a empobrecer e não se vislumbram medidas que invertam este empobrecimento colectivo. A descrença na política aumenta e novos e menos jovens afastam-se da participação cívica. O orçamento familiar encurta, o tempo para as actividades em família diminui e o lazer fica cada vez mais raro. O efeito no PIB da educação e formação raramente é tido em conta nos discursos de políticos e comentadores.

Para a maioria das famílias os custos da educação obrigatória são completamente proibitivos. Este País não melhora enquanto não tiver mudanças sérias nesta área. Infelizmente, quando se fala em educação raramente se fala neste aspecto! Julgo que nunca ouvi o Mário Nogueira falar disto...

Os livros deveriam ser das escolas e utilizados pelos alunos que as frequentam. Tantos países desenvolvidos que adoptam esta medida! Depois nomeiam comissões para descobrir o óbvio! Os pais, algumas associações e autarquias locais, vão criando bancos de empréstimo de livros, numa resposta à crise e ao desperdício mas que não resolve o que deveria ser feito pelo próprio Estado.ue adoptam esta medida!
Depois nomeiam comissões para descobrir o óbvio!
Para além dos livros escolares deveriam as escolas, em conjunto com as autarquias, promover a leitura através do empréstimo de livros aos alunos e encarregados de educação. A Biblioteca itinerante da Calouste Gulbenkian supria muitas destas falhas do actual sistema. Eu lia, em média, 6 a 8 livros por mês que a célebre carrinha da Gulbenkian trazia. Vejam os preços dos livros e percebam que sem hábitos de leitura não conseguimos evoluir como povo! Reflexões de fim de Agosto.
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Depois nomeiam comissões para descobrir o óbvio!
Para além dos livros escolares deveriam as escolas, em conjunto com as autarquias, promover a leitura através do empréstimo de livros aos alunos e encarregados de educação. A Biblioteca itinerante da Calouste Gulbenkian supria muitas destas falhas do actual sistema. Eu lia, em média, 6 a 8 livros por mês que a célebre carrinha da Gulbenkian trazia. Vejam os preços dos livros e percebam que sem hábitos de leitura não conseguimos evoluir como povo! Reflexões de fim de Agosto.

Para além dos livros escolares deveriam as escolas, em conjunto com as autarquias, promover a leitura através do empréstimo de livros aos alunos e encarregados de educação. A Biblioteca itinerante da Calouste Gulbenkian supria muitas destas falhas do actual sistema. Eu lia, em média, 6 a 8 livros por mês que a célebre carrinha da Gulbenkian trazia.

Governar é tomar medidas que tornem o País mais forte, mais coeso e mais rico no sentido mais amplo deste termo. Infelizmente, o que se sente com o mais recente caso BES, é que governar não é para o povo, pelo povo e com o povo, mas sim para salvaguardar a riqueza de poucos tornando mais pobre a maioria.

Cidadãos mais cultos serão eleitores mais exigentes e darão origem a melhores governantes. Será que é isso que se quer evitar? Lembro-me de um debate, no início deste século, onde encontrei um professor catedrático, da área das letras, que era também agricultor e dirigente associativo, que dizia que Portugal tinha licenciados a mais e faltava mão-de-obra para a agricultura. Claro que retorqui dizendo que quando os professores pensavam como ele este País estava condenado! O problema estava posto ao contrário. Continuamos com falta de mão-de-obra, de gestores e de patrões qualificados, educados e cultos, por isso vamos empobrecendo, no sentido mais amplo do termo.

Vejam os preços dos livros escolares e percebam que sem hábitos de leitura não conseguimos evoluir como povo. Quase que me apetece dizer o que os alentejanos diziam de Alqueva antes da sua construção!

Rui Pedro de Sousa Barreiro



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