“Está apenas sujeito a Termo de Identidade e Residência, como é normal em todos os processos, e não pode contatar com menores de 16 anos nas atividades das associações a que pertence”, explicou à Rede Regional o advogado do arguido, António Velez.
“Sobre tudo o resto não vou obviamente falar porque está em segredo de justiça, mas a medida de coação diz-nos algo sobre a suposta gravidade dos factos”, acrescentou o advogado.
A Rede Regional apurou que o homem, de 52 anos, está ligado a um rancho folclórico e a um clube de futebol amador de uma aldeia do concelho de Abrantes, e que os alegados abusos terão partido da denúncia de uma vítima que, na altura, em 2017, pertencia ao grupo folclórico.
Esta informação é confirmada pela PJ, que, em comunicado, explica que o agressor aproveitou-se da “proximidade com a vítima, à data com 13 anos de idade, e a ascendência sobre a mesma, dado ser o responsável de grupo de dança de que aquela fazia parte”.
Ainda segundo a PJ, “tais acontecimentos experienciados pela vítima, resultaram na necessidade de acompanhamento psiquiátrico e psicológico e na perda de ano escolar”.































