Sex, 14 Junho 2024

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Santuário ao Sporting numa garagem de Abrantes


Começou, já lá vão 30 anos com uma bandeira grande, verde, quando o leão do Sporting bateu forte no coração de José Guerra Duarte.

Hoje, tem uma quantidade enorme de peças do Sporting numa garagem em Abrantes, que não é propriamente um museu, mas assemelha-se muito um santuário verde, muito verde.

Ao longo de 30 anos juntou fotos, poster’s, bandeiras, cachecóis, galhardetes, leões em cerâmica, leões de peluche, isqueiros, cassetes, copos, canecas e tudo o mais que tenha um emblema do Sporting Clube de Portugal.

“Não tinha filhos, por isso aqui gastei algum dinheiro”, diz José Guerra Duarte, orgulhoso ao mostrar o seu canto dedicado ao clube de Alvalade.

"Durante anos, com a ajuda da minha mulher montei isto tudo. Comecei num canto e em dois anos ia a meio da garagem”, explica, enquanto mostra as peças que foi adquirindo para decorar o espaço com mais peças da sua paixão pelo Sporting.

Quando ainda tinha os tectos vazios, José Guerra Duarte ficou sem saber se os deveria pintar, de verde, claro.

Mas teve outra ideia, foi ao Estádio José Alvalade ver um jogo e comprou uma mão cheia de bandeiras para forrar o espaço que ainda estava em branco.

“Sabia mais ou menos quantas bandeiras precisava. Por isso comprei-as”, explica este sportinguista de Abrantes, que não sabe ao certo quantas peças tem expostas.

"Nem sei se as quero contar”, adianta, revelando que tem numa arca mais umas centenas que já não cabem na garagem, ou melhor, no santuário.

Assim que entramos na garagem respira-se Sporting e nem se sente a crise de resultados desportivos.

Aliás, se o Sporting estivesse a ganhar títulos, José Guerra tinha um problema, onde colocar mais fotos e artigos relativos a esses feitos.

Mostra com orgulho uma foto sua com Godinho Lopes, que visitou o santuário e revela que também José Eduardo Bettencourt por ali passou e ficou impressionado.

Sobre o estado actual do Sporting, José Guerra lamenta que no terreno de jogo as coisas não estejam a correr da melhor forma aos leões e tem dificuldades em pronunciar o nome do novo treinador belga contratado para a presente época.

Com um orgulho imenso mostra um dos quadros “um homem pode mudar de camisa, de carro, de mulher…. mas nunca de clube, sportinguista até morrer”.

Tem na sua mulher a cúmplice perfeita, mas lamenta já não se lembrar como comemora os títulos da sua equipa: “já nem me lembro, já foi há 11 anos. Ahh, já sei, foi com champanhe e uns bolinhos. As vitórias no dia a dia? Nada de especial, durmo muito bem, profundamente”, diz, entre risos, José Guerra Duarte.

Quando questionado sobre as horas que passou na garagem, não se lembra, não as contabilizou nem quanto gastou a montar o santuário.

“Não foi muito, pois muitas peças foram-me oferecidas. Ainda há dias houve aqui uma reunião de núcleos sportinguistas. Vieram cá visitar o santuário e, pronto, lá veio mais uma mão cheia de galhardetes e cachecóis”, conta.

Os pormenores destas peças vão a um leão de peluche que mostra os olhos verdes ou um outro que quando se aperta a pata ruge.

Por isso José Guerra prefere que digam que esta sua garagem é um “santuário” e não um museu porque é fruto de uma paixão muito grande, ao Sporting Clube de Portugal.

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