Ter, 16 Abril 2024

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Salgueiro Maia morreu há 32 anos: o dia que nos faz cair uma lágrima

Entidades civis e militares, acompanhadas por dezenas de populares, assinalaram na manhã desta quarta-feira, 3 de abril, no Jardim dos Cravos, junto ao monumento evocativo a Salgueiro Maia, os 32 anos da morte do Capitão de Abril que em 1974 liderou a coluna militar que saiu da Escola Prática de Cavalaria de Santarém para derrubar a ditadura e instaurar a democracia em Portugal.

Na presença da esposa de Salgueiro Maia, Natércia Maia, José Raimundo Noras, “filho” da revolução, recordou as memórias dos primeiros tempos de liberdade dos que nasceram no pós 25 de abril de 1974, e recorreu á poesia para homenagear todos os que contribuíram para a liberdade no nosso país.

Em representação da Associação Salgueiro Maia, o coronel João Andrade Silva recordou o homem, amigo e companheiro Salgueiro Maia, que partiu há 32 anos neste “dia que nos faz cair uma lágrima”, exortando a que todos continuem a construção da obra de que Salgueiro Maia foi coautor.

Joaquim Correia Bernardo, que em 1974 era capitão e amigo de Salgueiro Maia e com ele planeou o derrube da ditadura, recordou o “Capitão Sem Medo” como alguém que “partiu tranquilo, sem correntes que o prendessem a nada, sem dever favores, nem honrarias, de cabeça levantada e com a consciência do dever cumprido”.

Identificando como maior legado de Salgueiro Maia a plena liberdade em que vivemos hoje, ainda assim , Correia Bernardo identificou como necessidades a melhorar o respeito pelos imigrantes e o combate às desigualdades sociais.

Em representação da Câmara de Santarém, cujo executivo marcou presença na cerimónia, à exceção do vereador do Chega, Pedro Frazão, o vice-presidente, João Teixeira Leite, referiu-se a Santarém como a capital que deu ao país a palavra mais importante das nossas vidas: a liberdade.

João Leite enumerou algumas das principais diferenças entre a vida dos portugueses de então e de agora, identificando “outro país”, ajudado a criar por Salgueiro Maia, e onde a qualidade de vida é incomparável em setores como a saúde, o emprego ou a educação.

“Que nos mobilizemos no futuro sempre com o princípio de mantermos esta caminhada, deixando cair o populismo bacoco e com elevação colocarmos os interesses da população sempre em primeiro lugar”, disse João Teixeira Leite.

Fernando José Salgueiro Maia nasceu em Castelo de Vide a 1 de julho de 1944 e morreu a 3 de abril de 1992, no Hospital Militar de Belém, em Lisboa.

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