Recorde-se que esta reserva natural tem um órgão executivo composto pela OngaTejo, Instituto de Conservação da Natureza e Florestas (ICNF) e os municípios de Torres Novas e Golegã, num modelo de gestão aceite pela UNESCO.
O modelo “pretende promover a diferenciação deste território para que constitua um exemplo dos objetivos preconizados pelo programa «Man Et Biosphere (MaB) MaB»”, explica uma nota de imprensa da Câmara de Torres Novas, que explica que o programa “tem como objetivo a conservação da biodiversidade, a promoção do desenvolvimento económico sustentável e a melhoria da qualidade de vida das populações”.
Perto da confluência dos rios Almonda e Tejo, o Paul do Boquilobo é uma zona húmida, rica em aves, em particular colónias de garças e anatídeos, e em flora, destacando-se os maciços de salgueiros, plantas aquáticas e caniçais.
Esta foi a primeira área portuguesa a integrar a Rede Mundial de Reservas da Biosfera da UNESCO (1981) integrando, igualmente, a Lista de Zonas Húmidas de Importância Internacional (Convenção de RAMSAR) desde 1996.





























