Sex, 14 Junho 2024

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Refeições de excelência a preços amigos do cliente

Perante a ditadura da crise, torna-se obrigatório servir bem o cliente a um preço adequado às bolsas dos visitantes.

É este o mote dos restaurantes que participam na 32ª edição do Festival Nacional de Gastronomia que arrancou na sexta-feira, 26 de Outubro, na Casa do Campino em Santarém.

"Manter a qualidade dos pratos é fundamental porque estamos aqui a promover a nossa casa. Mesmo assim, conseguimos servir refeições de excelência a preços que eu considero bastante acessíveis", disse à Rede Regional João Espírito Santo, da Taberna do Alfaiate.

Por exemplo, um dos pratos mais emblemáticos deste restaurante, o porco assado à padeiro (servido numa telha de barro), custa 15 euros por dose.

"Dá perfeitamente para duas pessoas, pelo que uma refeição fica a 7,5 euros por pessoa. Penso que não é caro", explica o proprietário do restaurante convidado para representar o Turismo de Lisboa e Vale do Tejo (T-LVT).

Além dos pratos servidos às mesas, cada restaurante oferece os chamados "petiscos" a quem opta por provar ao balcão, cujos preços nunca ultrapassam os seis euros.

"As doses são variadas e bem servidas", garante João Espírito Santo.

“Aproveitámos a crise para exigir mais aos restaurantes”, explica Joaquim Rosa do Céu, o presidente do festival de gastronomia e da T-Lvt, sublinhando que a organização baixou 20% no preço cobrado aos profissionais do sector e o preço das entradas.

“Baixámos os custos a quem cozinha e garantimos uma afluência maior de público. Em troca exigimos uma aposta, muito clara, na qualidade da refeição e do serviço”, acrescentou o responsável.

Uma das grandes novidades deste ano são as degustações temáticas de produtos seleccionados, cozinhadas ao vivo no átrio da Casa do Campino.

Hoje, sábado, dia 27, é a vez das carnes qualificadas barrosã, arouquesa e mirandesa, pelos restaurantes "Académico" (Bragança), Torres (Minho), e "Mota" (Arouca).

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