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PSP não confirma clonagem de cartões multibanco em Santarém

multibanco

A PSP de Santarém recebeu uma denúncia de uma potencial situação de clonagem de cartão multibanco mas refere que nada garante que o caso seja mesmo de clonagem, havendo até a possibilidade que se possa tratar de uma situação de burla.

Contactado pela Rede Regional, Jorge Soares, Subintendente responsável pelo Núcleo de Imprensa e Relações Públicas do Comando Distrital de Santarém da PSP, confirma a queixa, apresentada esta quarta-feira, 13 de fevereiro, mas explica que o cidadão em causa apenas sabe que fizeram uma transferência, desconhecendo quando e onde lhe retiraram o dinheiro.

“Estes casos podem ser clonagem mas também podem ser burlas. Gente que tem acesso a alguma informação e que consegue fazer transferências sem os donos saberem”, explica Jorge Soares, adiantando que o multibanco situado no exterior de um edifício comercial junto ao terminal rodoviário de Santarém, que tem sido apontado nas redes sociais como local da clonagem, não tem atualmente qualquer equipamento de clonagem.

“Há vários casos nos últimos tempos de gente de Santarém a queixar-se mas em que os levantamentos ou transferências são à distância. Não me parece que haja aqui algum fenómeno novo”, acrescentou, reforçando que tanto pode ser naquela caixa como noutra qualquer ou mesmo outro tipo de burla.

O responsável da PSP explica que as situações de clonagem normalmente acontecem não nas caixas de multibanco mas em terminais de pagamento em que, com a conivência dos funcionários, há um equipamento de filmagem para fixar o código e outro para clonar o cartão. Nestes casos, explica, o lesado separa-se física e visualmente do cartão durante alguns segundos, altura em que é feita a cópia dos dados.

Noutras situações, estas nas caixas multibanco, o que acontece é a introdução de um sistema bloqueador do cartão, que retém o mesmo no interior do equipamento. O burlão aproxima-se então do burlado a oferecer ajuda e sugere que ele marque novamente o código, altura em que se apropria da informação. Quando o lesado se vai embora, o meliante retira o sistema bloqueador e fica com o cartão e o código em seu poder.

Como nos casos ocorridos nos últimos dias os lesados não ficaram sem cartão, o ideal é que os utilizadores nunca o percam de vista e não tenham qualquer informação referente ao código junto do mesmo, ainda que de forma dissimulada.

BANCOS CONFIRMAM TENTATIVAS DE FRAUDE MAS NÃO CONFIRMAM CLONAGEM

Se a PSP apenas tem conhecimento oficial de um caso, às instituições bancárias da cidade já chegaram mais alertas. Ouvidos pela Rede Regional, dois responsáveis de duas agências da cidade confirmaram a existência de mais de uma dezena de casos de movimentações suspeitas (no total dos dois bancos), sendo que a maioria deles resultaram do próprio sistema de alerta da instituição, que posteriormente entrou em contacto com os clientes.

“Houve uma situação que não é normal, agora onde foi não conseguimos saber”, explicou um dos referidos responsáveis.

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