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Onze estradas afetadas: proteção civil ativa plano de emergência para cheias

FOTO DE ARQUIVO / ILUSTRATIVA

A precipitação que se tem sentido em Portugal, gerou um aumento considerável dos níveis hidrométricos e caudais do Rio Tejo e seus afluentes, levando a Comissão Distrital de Proteção Civil de Santarém a ativar o Plano Especial de Emergência para Cheias na Bacia do Tejo a partir das 00h01 deste sábado, 24 janeiro.

De acordo com o último comunicado, são estas as estradas afetadas na região:

Município de Golegã

• CM1 – Estrada dos Lázaros – Submersa e interdito ao trânsito.

Município do Cartaxo

• EN114-2 – Entre o Setil e a Ponte do Reguengo submersa e interdita ao transito.

Município do Coruche

• Ligação entre a EN114 e a EN251 – Estrada das Meias submersa;

Município de Rio Maior

• Caminho Municipal entre São João da Ribeira e Laroujo submerso e interdito.

• Caminho municipal entre Lobo Morto e Pé da Serra (Vale da Laranja) submerso e interdito.

• Caminho municipal, acesso pela EN114, entre a Quinta do Seabra e a Vila da Marmeleira (“estrada do furo”). Submerso e interdito.

Município de Alpiarça

• EM 368 – Circulação rodoviária alternada, suportada por semáforos devido a dificuldade de escoamento de água proveniente de terreno agrícolas.

Município de Santarém – Pernes

• Ponte do Alcaide interdita derivado à subida do caudal do Rio Alviela.

Município de Constância/Abrantes

• EN 358-2 – Devido a movimento de massas, circulação encontra-se interdita.

Município de Torres Nova

• EM 570 – Submersa e interdita.

• EM 557-2 – Devido a movimento de massas, estrada encontra-se interdita.

A situação meteorológica atual e a prevista pode originar a ocorrência de inundações em zonas urbanas, causadas pela acumulação de águas pluviais por obstrução dos sistemas de escoamento; a ocorrência de cheias, potenciadas pelo transbordo do leito de cursos de água e ribeiras; a instabilização de vertentes, conduzindo a movimentos de massa (deslizamentos, derrocadas e outros) motivados pela infiltração da água, podendo ser potenciados pela remoção do coberto vegetal; o arrastamento para as vias rodoviárias de objetos soltos, ou ao desprendimento de estruturas móveis ou deficientemente fixadas; e piso rodoviário escorregadio e formação de lençóis de água.

É espectável nas próximas horas, a manutenção dos caudais elevados debitados pelas barragens da bacia do Tejo.

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