Seg, 22 Abril 2024

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Ofício da GNR de Torres Novas incomoda Governo e Ministério

Um ofício enviado pelo comandante do posto da GNR de Torres Novas ao Comando Territorial de Santarém está a provocar um grande mal-estar entre esta força de segurança, o Ministério da Administração Interna (MAI) e o próprio governo, pois coloca a nu a falta de meios que os militares sentem no seu dia a dia.


No documento, que foi tornado público através de várias páginas nas redes sociais, o sargento Cláudio Pereira pede ao Comando scalabitano uma extensa lista de material operacional que os guardas do posto necessitam para desempenhar as suas funções.
Entre os pedidos, estão algemas e chaves em bom estado de funcionamento, lanternas e cones de sinalização, luvas táticas, embalagens de gás pimenta com bolsas, bastões, fatos de chuva, e até 22 coletes balísticos de vários tamanhos, porque existem apenas cinco no posto, e fora do prazo de validade.
O ofício foi feito após o atual ministro da Administração Interna, Eduardo Cabrita, e o próprio primeiro-ministro, António Costa, terem negada que existam lacunas de material nas forças de segurança ou que os profissionais tivessem que os pagar do próprio bolso, na sequência da manifestação que juntou mais de 15 mil elementos da PSP e a GNR, em Lisboa, no passado dia 21 de novembro.
“Na sequência das últimas ocorrências registadas e uma vez que o efetivo não necessita de comprar / adquirir material operacional individual para o desempenho da missão, solicita-se a esse Comando o seguinte material”, começa por ler-se no ofício enviado na sexta-feira, dia 22.
Recorde-se que, na Assembleia da República, António Costa garantiu não havia falta de material nas forças de segurança, em resposta a uma intervenção do deputado do “Chega”, André Ventura, depois deste ter mostrado faturas de material comprado pelos próprios militares.
Citado pelo Jornal de Notícias, o presidente da APG/GNR, César Nogueira, considera que o ofício da GNR de Torres Novas é uma “clara resposta ao governo”.
O dirigente disse ao mesmo jornal que os militares “têm que adquirir o equipamento, especialmente as algemas, ou, caso contrário, arriscam-se a trabalhar sem material.

 

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