O muro intervencionado, segundo a empresa, “apresentava diversas patologias” que obrigaram a encontrar uma solução técnica que respeitasse o seu “reforço estrutural e aterro no tardoz”.
Os trabalhos, efetuados entre os quilómetros 74,574 e 74,873 da Linha do Norte, melhoraram também o sistema de drenagem e reduziram o “grau de interferência com as infraestruturas existentes, nomeadamente a EN365”, explica a mesma nota da Infraestruturas de Portugal.






























