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Nova barragem pode ser solução para a regularização do caudal do Tejo

castelo bode cheias

BARRAGEM DE CASTELO DO BODE – IMAGEM ILUSTRATIVA

A construção da barragem do Alvito, numa zona que abrange os concelhos de Castelo Branco e Vila Velha de Ródão, pode ser parte da solução para a regularização dos caudais do rio Tejo. A opinião é do especialista em recursos hídricos Pedro Serra, que defendeu a solução esta quinta-feira, 7 de julho, num colóquio sobre o rio Tejo realizado em Vila Nova da Barquinha.

Ao longo do dia, a questão da gestão dos caudais do rio e da articulação com as barragens dominou várias das intervenções, advertindo o ex-presidente da Águas de Portugal que quer a legislação nacional quer a comunitária e internacional não fazem qualquer referência ao conceito de “caudal ecológico”, cuja definição considerou ser “complexa”.

Por outro lado, o especialista advertiu que a revisão do regime de caudais pode levar a uma revisão das licenças de exploração, com consequente internalização dos custos que as empresas produtoras de energia procurarão traduzir em aumentos das tarifas cobradas aos consumidores.

A barragem do Alvito, empreendimento de aproveitamento hidroelétrico do Rio Ocreza, nos municípios de Vila Velha de Ródão e Castelo Branco, previsto na década de 60 do século passado e cuja construção foi iniciada durante o Governo socialista de José Sócrates, foi suspensa pelo atual Governo no passado mês de abril, juntamente com a barragem do Girabolho, no rio Mondego.

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