Sex, 21 Junho 2024

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Morreu jornalista Carlos Arsénio

O jornalista ribatejano Carlos Arsénio, que durante quatro décadas trabalhou no jornal desportivo “Record”, faleceu na madrugada deste sábado, 10 de Novembro, no Hospital de Santarém, aos 76 anos.

O corpo do jornalista, nascido a 25 de maio de 1936 na Golegã, estará em câmara ardente na igreja de Santa Bárbara, na Carregueira, concelho da Chamusca, a partir da 18 horas de hoje, sendo o funeral no domingo, às 14h30, para o cemitério daquela freguesia.

A sua carreira sido distinguida com diversos galardões, destacando-se a Medalha de Mérito Desportivo, atribuída pelo Governo português em 2004.

Carlos Arsénio começou a trabalhar como jornalista na extinta “Gazeta dos Desportos”, passando depois para o “Record” onde ficou até ao final da carreira. Fez parte de vários órgãos sociais da Associação de Futebol de Santarém e lançou um livro  –  “Ribatejo, Terra de Campeões” – onde juntou as carreiras de todos os atletas nascidos no Ribatejo que se distinguiram nas mais variadas modalidades, do “violino” Jesus Correia ao benfiquista Manuel Bento, passando pelo nadador Baptista Pereira e pelo ciclista Marco Chagas, entre muitos outros.

Uma das últimas aparições públicas de Carlos Arsénio foi na apresentação do livro “Reflexos”, lançado no mês passado pelo vice-presidente da Associação de Futebol de Santarém, Nuno Pedro, no qual Carlos Arsénio assinou o prefácio.

Contatado pelo Rede Regional, Nuno Pedro recorda o que mais o marcou no ex-jornalista, hoje falecido. “Mais do que alguém que foi reconhecido pela excelência da sua carreira de jornalista, Carlos Arsénio foi um amigo que jamais esquecerei. Não só pela vivência que com ele mantive mas também pelas palavras sábias que muitas vezes me transmitiu, para além de me ter dado o privilégio de ainda no mês passado ter estado presente em Abrantes na apresentação do meu livro "Reflexos", por ele prefaciado”, recordou o dirigente da AFS, que é também delegado da Liga de Futebol.

“É uma figura incontornável do desporto nacional, em geral e do Ribatejo, em particular, e deixa um legado que perdurará para sempre. Com o seu desaparecimento físico, o desporto e o jornalismo nacional ficaram mais pobres. Mas um dos seus maiores campeões ganhou um lugar no céu”, completa Nuno Pedro, deixando as suas sentidas condolências e um abraço de enorme amizade à família de Carlos Arsénio.

A morte de Carlos Arsénio, que se terá começado a sentir indisposto há alguns dias, causou também muita consternação em vários elementos dos órgãos sociais da Associação de Futebol de Santarém que lidaram de perto com o ex-jornalista. O Rede Regional sabe que a Associação de Futebol de Santarém está a preparar a habitual cerimónia “minuto de silêncio”, mas uma vez que Carlos Arsénio faleceu já esta madrugada, a mesma só se deverá realizar no próximo fim de semana.

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