“O contrato de concessão terá a duração de quatro anos desde o início da operação, com possibilidade de prorrogação por mais dois anos”, explica uma nota de imprensa da CIMT, que diz ter por objetivo “assegurar um sistema de transportes públicos adequado às necessidades da mobilidade das populações e ao volume de recursos públicos disponíveis para o seu financiamento”.
A concessão destina-se a um conjunto de serviços de transporte, como os serviços inter-regionais, intermunicipais e municipais, abrangendo todo o território do Médio Tejo, os serviços urbanos de Abrantes e Tomar, e serviços de transporte escolar especializado.
“Prevê-se quatro milhões de quilómetros por ano, sendo esta rede complementada por serviços flexíveis, de «Transporte a Pedido», que já estão em operação no território e que não são abrangidos no processo de concessão”, adianta ainda a nota da CIMT.































