Qui, 18 Abril 2024

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Jornal Almeirinense acusa GNR de ter recusado ajuda a repórter agredido em Amiais de Baixo

O jornal Almeirinense acusa os militares da GNR que este domingo estavam de serviço no jogo entre o Amiense e o União de Almeirim, a contar para os oitavos de final da Taça do Ribatejo, de terem recusado prestar ajuda a um repórter que estaria a ser agredido por adeptos afectos à equipa de Amiais de Baixo.


Segundo os responsáveis do jornal, o repórter estava a filmar com o telemóvel uma briga entre adeptos dos dois clubes quando foi atacado com murros e pontapés por um grupo de apoiantes do Amiense envolvidos na altercação que o agrediram, ferindo-o no lábio e num olho, tendo-lhe retirado o telemóvel para apagarem as imagens.

Pouco depois, quando o mesmo repórter, acompanhado por um estagiário que fazia ali o seu primeiro serviço, tentava deixar o Campo da Azenha, o carro foi cercado por esses e outros adeptos, tendo conseguido sair do local com muita dificuldade.

Citado pela agência Lusa, o administrador do Almeirinense, Pedro Sousa Silva, acusou os dois agentes da GNR presentes no local de terem ignorado os apelos para intervirem na situação e de não terem feito qualquer diligência no sentido de evitar as agressões e de identificar os agressores.

Segundo o Almeirinense, antes destas agressões, a transmissão do jogo que estava a ser feita em direto de Amiais, foi interrompida várias vezes devido a vários incidentes, entre eles cabos alegadamente desligados pelos adeptos da equipa da casa.

Os responsáveis do jornal pediram ontem mesmo uma reunião urgente à Associação de Futebol de Santarém e ao comando da GNR para abordar este assunto, que dizem ser recorrente no campo do Amiense e que querem levar até às últimas consequências.

Fruto das agressões, o repórter do Almeirinense, que nesse dia fazia 40 anos, teve de receber tratamento no Hospital de Santarém.

GNR DIZ QUE NÃO VIU NENHUMA AGRESSÃO
Questionada pela agência Lusa sobre estas acusações, a GNR assegurou que durante o jogo não foi registada qualquer alteração de ordem pública, nem solicitado qualquer apoio aos militares.

De acordo com a mesma fonte, depois da reunião com a equipa de arbitragem, os militares que policiaram o jogo foram “informados que existiria uma contenda entre os adeptos das duas equipas no exterior do estádio”, tendo aí “visualizado cerca de uma centena de adeptos exaltados e a provocarem-se mutuamente”.

A versão da GNR diz que os militares separaram os adeptos e dirimiram o conflito, tendo-se apercebido nessa altura “de um desentendimento no topo da bancada”, envolvendo “um indivíduo, transportando uma câmara de filmar, que informou ter sido agredido, mas que não conseguiria identificar o agressor”.

A GNR assegura ainda que o repórter foi acompanhado pelos militares até à sua viatura, não tendo aqueles presenciado “nenhum tipo de agressão”.

Quanto à direção do Amiense, até ao momento ainda não se pronunciou publicamente sobre esta situação.

Refira-se que o União de Almeirim eliminou o Amiense, por 5-4, na marcação de grandes penalidades, depois do jogo ter terminado empatado a dois golos.

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