O suspeito, de 48 anos, já foi presente a primeiro interrogatório judicial no Tribunal de Santarém, que lhe aplicou, como medida de coação, apresentações semanais no posto policial da sua área de residência.
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Perante o juiz de instrução criminal, o indivíduo confessou os factos e “justificou os incêndios deflagrados por sofrer de problemas do foro mental”, tendo também “antecedentes policiais e criminais por crimes da mesma natureza”, segundo explica um comunicado de imprensa da PJ.
Os factos foram praticados na localidade de Covão dos Porcos, concelho de Santarém, onde os focos de incêndio “terão sido provocados por chama direta, com utilização, nalguns casos, de um acelerante de combustão ou de artefacto retardador”.
A detenção, feita fora de flagrante delito, resultou de uma investigação da Diretoria de Lisboa e Vale do Tejo da PJ, com o apoio do Grupo de Trabalho de Redução de Ignições do Centro.





























