Para além destes, até ao dia 20 de janeiro, contam-se ainda 40 militares colocados em quarentena por terem tido contato direto com infetados, segundo números fornecidos à Rede Regional pelo Comando da Guarda.
“Para evitar a propagação do vírus, sempre que se verifica a deteção de um caso positivo, são sinalizados e colocados em isolamento os contactos de risco, em natural coordenação com a Autoridade de Saúde ou Centro Clínico da GNR, bem como são desinfetados os espaços utilizados sempre que se afigure necessário”, garante o tenente-coronel João Fonseca, porta voz da GNR.
Apesar de faltarem, neste momento, 62 militares em todo o distrito de Santarém devido à COVID-19, “não houve qualquer limitação ao cumprimento da missão da GNR, sendo a atividade operacional garantida”, explica a mesma fonte, que acrescenta ainda que o “teletrabalho está a ser aplicado nos serviços que, pela sua natureza, permitam a sua implementação”.






























