Sex, 14 Junho 2024

PUB

PUB

PUB

PUB

PUB

PUB

PUB

PUB

Siga o nosso canal de WhatsApp e fique a par das principais notícias.

GNR perdeu carro apreendido e não há culpados

O caso do carro apreendido que desapareceu misteriosamente do parque de viaturas da GNR de Santarém chegou ao fim sem culpados, sem se apurar o paradeiro da viatura, e sem indemnização ao proprietário.


O único arguido neste processo, o Capitão Mário Carneiro, por força das suas antigas funções de adjunto de comando do Destacamento Territorial de Coruche da GNR, foi absolvido pelo Tribunal de Santarém de um crime de descaminho de objeto colocado sob o poder público, de que estava acusado pelo Ministério Público (MP).
Para a decisão do juiz, pesaram sobretudo os testemunhos absolutamente contraditórios e dissonantes de todas as testemunhas ouvidas durante o julgamento, tanto militares da GNR, como os civis que foram chamados a depor.
Segundo a Sentença, a que a Rede Regional teve acesso, não foi possível provar que Mário Carneiro foi o responsável pela entrega do veículo a uma empresa de reboques sem ordem judicial, como sustentava a Acusação do MP.
Na decisão, o juiz refere ainda que ficam por esclarecer as circunstâncias exatas em que o carro, um Honda Civic apreendido em junho de 2016 numa operação de combate ao tráfico de droga, desapareceu do parque de viaturas da GNR de Santarém, presume-se que durante o Verão de 2017.
A ausência da viatura foi detetada em abril de 2018, quando a proprietária se apresentou no antigo quartel da GNR de Santarém para reclamar a sua devolução, depois do Tribunal de Santarém ter concluído que o carro já não tinha qualquer interesse para o processo à ordem do qual tinha sido apreendido.
A GNR abriu então um inquérito interno ao caso, que acabou por colocar o oficial no banco dos réus, mas também não conseguiu chegar a quaisquer conclusões fiáveis sobre a saída do carro das instalações na Rua Tenente Valadim.
O companheiro da proprietária do Honda Civic, que era o seu condutor habitual, deduziu um pedido de indemnização de cerca de 30 mil euros contra o oficial da GNR, que foi também absolvido do seu pagamento.
Para além de ter ficado sem o carro, o requerente vai ainda pagar as taxas de justiça da ação cível.

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Notícias Relacionadas

PUB

PUB

PUB

PUB

PUB

PUB

PUB

PUB