A apreensão ocorreu no decurso de uma ação de patrulhamento, em que os militares da Guarda detetaram uma viatura suspeita a sair de uma propriedade, pelo que foram realizadas diligências no sentido de efetuar uma abordagem e fiscalização ao veículo.
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No decorrer da ação foi possível apurar que, no seu interior, eram transportados 295 quilos de pinhas, sendo que os suspeitos não conseguiram justificar a sua proveniência, motivo que levou à apreensão das pinhas, de uma escada e duas varas.
Da ação resultou a identificação dos três homens e os factos foram comunicados ao Tribunal Judicial de Coruche.
Em comunicado, a GNR relembra que “o pinheiro-manso (Pinus pinea) é uma espécie florestal com um crescente interesse económico, cuja importância do comércio externo de pinha e de pinhão tem contribuído para a promoção de importantes dinâmicas económicas à escala regional, uma vez que o pinhão produzido em Portugal é de todos o mais valorizado pelas suas características nutricionais”.
No entanto, a colheita de pinhas de pinheiro-manso é proibida entre 1 de abril e 1 de dezembro e, ainda que esteja caída no chão, a sua apanha está interditada por se encontrar em época de defeso, salvaguardando assim o crescimento e desenvolvimento da pinha e do pinhão e evitando a colheita da semente com deficiente faculdade germinativa e mal amadurecida.
































