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GNR fiscaliza cães e deteta 30 animais em situação irregular

O Serviço de Proteção da Natureza e Ambiente (SEPNA) da GNR, em coordenação com a estrutura de investigação criminal da guarda, realizou, nos dias 4 e 5 de fevereiro várias ações de fiscalização no âmbito da posse de cães, com especial incidência nas raças consideradas perigosas e potencialmente perigosas.

No Comando Territorial de Santarém, a GNR empenhou um total de 29 militares na denominada "Operação Perro". Os guardas fiscalizaram 72 animais, tendo sido detetadas 30 infrações que deram origem ao levantamento de 30 autos de contraordenação (6 a raças potencialmente perigosas e 24 a outras raças).

“Relativamente aos cães de raças potencialmente perigosas, as infrações mais recorrentes foram: falta de seguro de responsabilidade civil, falta de registo, licença ou licença caducada, falta de identificação eletrónica (chip), falta de vacinação anti-rábica e alojamento de animais sem que existam condições de segurança”, refere a GNR em comunicado.

No mesmo documento pode ler-se que “no que concerne a outras raças, constatou-se que maioritariamente, as infrações estavam relacionadas com: falta de falta de licença de detenção, posse e circulação, falta de registo e falta de vacinação anti-rábica, falta de identificação eletrónica (chip), presença na via ou lugar públicos de cães sem estarem acompanhados pelo detentor, permanência de cães em habitações e terrenos anexos em desrespeito pelas condições previstas e alojamento de cães em desrespeito das condições fixadas”.

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