“O método utilizado passa normalmente pelo contacto porta a porta”, explica a GNR, acrescentando que “os indivíduos apresentam-se como profissionais de instituições do Estado Português, iludem os cidadãos sobre existência de prémios e, alegando falsos pretextos para entrega do valor em causa, induzem as pessoas a mostrar o dinheiro de que dispõem nas suas habitações para visualizarem o número de série das notas, como condição para atribuição do mesmo”.
“São, ainda, conhecidas outras situações como de cobrança de valores indevidamente pagos, decorrentes de pensões ou outras prestações”, adianta a guarda.
Segundo a GNR, “em qualquer uma das situações, o objetivo principal é a obtenção de valores, dinheiro ou outros, ou ficarem a saber se as pessoas dispõem de dinheiro nas suas casas”.






























