Esta foi uma das conclusões de uma audição pública da população promovida pelo núcleo local do PS, onde “cidadãos de ambas as localidades, clientes das diversas operadoras, apontaram as mesmas queixas: falta de capacidade de rede e instabilidade das ligações, afetando severamente as atividades dos utentes”.
Deste encontro online, resultou que “apesar das reclamações e diligências levadas a cabo pelos clientes das empresas de telecomunicações, estas não têm apresentado alternativas, nem soluções, nem formas de compensação para os prejuízos provocados”, explica o PS local em comunicado.
Os “clientes continuam a pagar fatura após fatura, por um serviço que não corresponde aos mínimos exigíveis”, denunciam, salientando que “estas circunstâncias têm vindo a colocar os clientes em situação precária de acesso a um bem essencial, ao qual têm direito tendo em conta que o pagam”.
Trata-se de uma situação que “causa graves prejuízos” e que coloca em causa o direito à igualdade no acesso à educação e os meios de trabalho de quem se encontra em teletrabalho, o núcleo do PS apresentou uma exposição junto das operadoras de telecomunicações e comunicou ao Governo o estado das comunicações na freguesia.































