Sex, 1 Março 2024

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Forças de segurança protestam em vigília frente ao tribunal

Mais de duas centenas de elementos da PSP, GNR e Guarda Prisional, acompanhados de amigos e familiares, juntaram-se ao final da tarde e início da noite desta terça, 6 de fevereiro, em frente ao Tribunal de Santarém, em protesto por melhores condições de trabalho e remuneratórias, nomeadamente a atualização do subsídio de risco, à semelhança do que aconteceu em final de dezembro com a Polícia Judiciária.

Os manifestantes começaram a juntar-se pouco depois das 19h00 e, cerca das 20h00, iniciaram um cordão humano à volta do tribunal, numa vigília com velas, que terminou com um minuto de silêncio e o entoar conjunto do Hino Nacional, na escadaria em frente ao palácio da justiça.

Sempre de forma pacífica e sem interferir na circulação rodoviária, o protesto foi mais uma tentativa de alertar o poder político para uma luta que, dizem, “é de todos” e nasceu “pelo abandono do Governo às forças de segurança”.

Frederico Morais, dirigente do Sindicato Nacional do Corpo da Guarda Prisional, disse à Rede Regional que as reações recentes do Primeiro Ministro e do Ministro da Administração Interna, que criticaram os protestos sem sequer atentar à razão dos mesmos, “ainda vieram revoltar mais” as várias forças de segurança.

“Estão preocupados com os jogos de futebol, mas não se preocupam com o desgaste das forças de segurança”, refere Frederico Morais. “Os guardas estão devastados, exaustos, alguns mesmo em «burnout», e não compreendemos porque ninguém faz nada por nós”, explica o dirigente.

Dizendo-se “esquecidos” pela Ministra da Justiça, que foi “mãe” para a Polícia Judiciária, a quem atribuiu um subsídio de risco que pode chegar perto dos 900 euros, e “madrasta” para os guardas prisionais, estes profissionais gostavam que o assunto se resolvesse em breve e sem necessidade de aumentar a escala dos protestos, um risco que consideram eminente.

Fracas condições de trabalho, instalações degradadas e viaturas em condições impróprias para circular são outras das queixas comuns a polícia e guardas, que exigem um maior investimento na segurança dos portugueses.

O protesto contou com a participação de vários elementos da sociedade civil, incluindo o presidente da Câmara de Santarém, Ricardo Gonçalves, que, de forma simbólica, se associou aos manifestantes.

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