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Ex-padre da Golegã começa a ser julgado por abuso sexual

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António Santos, o antigo padre da Golegã, vai começar a ser julgado no Tribunal de Santarém no próximo dia 19 de janeiro, estando acusado pelo Ministério Público (MP) de dois crimes de abuso sexual de criança agravados.

O pároco, que enfrenta ainda um processo canónico aberto pela Diocese de Santarém, vai responder por, na noite de 26 para 27 de Outubro 2013, ter alegadamente abusado de uma menor numa tenda onde dormiam quatro jovens escuteiras, num acampamento realizado em Lapas, concelho de Torres Novas, e de, a 8 de novembro, ter cometido os mesmos atos durante uma visita à Feira Nacional do Cavalo, na Golegã.

O arguido, na contestação que juntou ao processo, garante que os atos que lhe imputam não tiveram “qualquer instinto ou desígnio libidinoso” e que não teve a “perceção da parte concreta do corpo em que tocou”, no contato com as menores.

A defesa afirma ainda que António Santos “sempre foi cidadão e profissional exemplar”, e adianta que, à data dos factos, sofria de depressão e era seguido por um médico especialista.

Detido pela Polícia Judiciária em dezembro de 2013, António Júlio Santos, de 48 anos, ficou em liberdade mediante o pagamento de uma caução de 3.500 euros, tendo ainda ficado proibido de sair do país, de contactar com crianças e de se deslocar aos concelhos de Golegã e Torres Novas.

Os crimes de que é acusado preveem, cada um, uma pena de prisão de um ano e quatro meses a dez anos e oito meses, podendo também ficar inibido de qualquer atividade que implique ter menores a seu cargo por certo período temporal.

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