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Com 85% das casas afetadas: presidente de Fª Zêzere faz apelo às empresas de construção

FOTO: CM Fª Zêzere

A Câmara Municipal de Ferreira do Zêzere diz que cerca de 85% das habitações do concelho foram afetadas pela depressão Kristin e centenas de famílias continuam a enfrentar falhas no fornecimento elétrico e danos estruturais nas suas casas, numa fase em que a recuperação avança mais lentamente do que o necessário por falta de equipas técnicas especializadas no terreno.

Esta situação levou o presidente da Câmara Municipal de Ferreira do Zêzere, Bruno Gomes, a fazer um apelo a técnicos especializados e às empresas de construção civil, onde o autarca diz que apesar das visitas de várias entidades nacionais e de muitas reuniões técnicas, avaliação de danos e definição de medidas de resposta, os problemas mantêm-se.

“Existe combustível disponível, mas a gestão logística tem provocado falhas sucessivas no fornecimento elétrico, o que faz com que centenas de ferreirenses não tenham energia elétrica”, refere a autarquia.

Além das questões da energia, uma semana e três dias após o temporal, muitos telhados permanecem destelhados. “As lonas distribuídas pelo município — enviadas em gestos de solidariedade de todo o país — têm funcionado apenas como soluções provisórias, frequentemente arrancadas pelo vento. As telhas que continuam a chegar representam a solução mais duradoura, mas a generalidade dos agregados familiares não tem capacidade física e conhecimentos — e não raras vezes financeira — nem encontram profissionais disponíveis para realizar intervenções básicas”, diz Bruno Gomes.

“Estamos numa fase em que a solidariedade foi essencial, mas já não chega. Sem equipas técnicas especializadas e reforço operacional imediato, muitas famílias continuarão expostas e a recuperação será demasiado lenta”, acrescenta o presidente da Câmara Municipal de Ferreira do Zêzere.

A recuperação tem sido sustentada em grande parte pela mobilização da própria comunidade, mas a autarquia apela ao envio de equipas técnicas multidisciplinares (eletricistas, carpinteiros, pedreiros e avaliadores estruturais) autónomas e com capacidade de intervenção em coberturas e reparações exigentes, assim como sistemas de estabilização e ferramentas para reparações urgentes.

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