Esta greve parcial pode prolongar-se até ao dia 9 de julho, e “deve-se à falta de trabalhadores, com carteiros a fazerem dois e três turnos, com a qualidade de serviço afetada e com a correspondência completamente fora de prazo e com atrasos de entrega entre 15 dias e um mês”, disse à Agência Lusa Vítor Narciso, secretário-geral do Sindicato Nacional dos Trabalhadores dos Correios e Telecomunicações (SNTCT).
“Para que este problema seja ultrapassado é necessário que todos os postos de trabalho sejam ocupados e que todos os trabalhadores em férias sejam substituídos”, adiantou o mesmo responsável, explicando que o CDP de Abrantes “precisa da entrada urgente de seis carteiros”.
A greve parcial é também “uma forma de informar a população do porquê dos atrasos” na distribuição postal e de “pressionar a administração” dos CTT para a contratação de carteiros, explicou ainda Vítor Narciso.































