Sáb, 15 Junho 2024

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Cancro volta a atacar menina de Marinhais

Imagem de arquivo: Marta e Tomás leal.

Um ano depois da morte de Tomás Leal, o menino de oito anos de Marinhais, Salvaterra de Magos, que sofria de um tumor grave, a sua irmã Marta Leal, de 14 anos, que em 2016 também foi diagnosticada com um cancro ósseo, voltou a receber o terrível diagnóstico, desta vez no pulmão.

A notícia foi avançada esta quarta-feira, 29 de maio, nas redes sociais pelo pai da menina que fala em “mais um duro golpe para esta menina que vê novamente a vida interrompida”.

José Luís Leal revela que “estes últimos dias foram passados na clínica em Espanha, onde já se fizeram todos os exames para avaliar a situação”, e que “a solução será uma cirurgia de urgência já na próxima semana em Madrid”.

Além da questão de saúde, a família necessita de ajuda financeira para ultrapassar os gastos com a cirurgia e tratamentos e José Luís Leal diz que “as despesas que já estão e as que virão serão enormes e impossíveis de serem suportadas” pela família.

“Por isso, mais uma vez, humildemente, pedimos a vossa ajuda”, diz o pai de Tomás e Marta, anunciando que já estão a ser organizados alguns eventos que em breve serão divulgados.

“Toda a gente que quiser e possa ajudar, pode fazê-lo com caminhadas, rifas, eventos, latinhas, donativos, passeios de jipes, bicicletas, leilões…”, apela José Luís Leal, que espera “que a parte económica não seja nunca um entrave para a saúde da Marta”.

“Enquanto nos disserem que há possibilidade de tratamento nunca desistiremos, nunca”, termina.

Os donativos podem ser feitos através do IBAN PT50 0035 0705 0001 6774 23064, em nome de Marta Leal, pelos Mbway 914 261 402 (pai) ou 917 945 571 (mãe) ou através do link de angariação de fundos https://gofund.me/9c644478.

Um calvário de 8 anos

Recorde-se que o calvário desta família de Marinhais começou em 2016, quando foi diagnosticado a Marta um osteossarcoma que se desenvolveu no fémur, e que começou a ser acompanhado no IPO, em Lisboa.

Os pais nunca se conformaram com a amputação da perna proposta pelos médicos portugueses, e descobriram a Clínica Navarra, em Espanha, que oferecia uma abordagem alternativa ao tumor.

Três anos depois, em 2019, Tomás, o irmão mais novo, foi também diagnosticado com um osteossarcoma, desta feita na tíbia, que exigiu um tratamento cirúrgico igual ao de Marta, para evitar a amputação do membro.

Tomás Leal viria a morrer a 16 de maio de 2023.

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