A decisão de avançar para a instalação de um CMOS “será sempre tomada num comum interesse na melhoria da gestão operacional por parte das quatro corporações de bombeiros do concelho”, explicou a autarquia à Rede Regional, acrescentando que, neste momento, a sua criação “encontra-se numa fase de conversações” com os comandantes das respetivas corporações e presidentes das respetivas associações humanitárias.
A exemplo do que faz o Centro Distrital de Operações de Socorro (CDOS) a nível distrital, o CMOS centralizará a parte operacional dos meios disponíveis no concelho dos Sapadores de Santarém, e Voluntários de Santarém, Pernes e Alcanede, em conformidade com as ocorrências.
Com o CMOS, “será possível fazer uma gestão mais eficiente de meios operacionais e ter um conhecimento in loco das disponibilidades no momento das ocorrências”, explica a Câmara de Santarém, acrescentando, no entanto, “esta passagem da responsabilidade de ativação de meios tem sido fator de divergência entre as quatro entidades envolvidas neste processo”.
“Queremos avançar para a criação do CMOS com a certeza de que esta criação, trará um ganho de gestão operacional para o concelho”, explica ainda a autarquia, que já investiu em equipamentos e ferramentas com vista à criação da futura central de operações do CMOS.































