A Câmara Municipal de Tomar solicitou reuniões de emergência com vários organismos do Estado com responsabilidades na proteção do meio ambiente, tendo em conta os episódios recentes de poluição e degradação das águas que têm sido observados no leito do Rio Nabão.
Em comunicado, a autarquia explica que já contatou o Ministério do Ambiente, a Agência Portuguesa do Ambiente (APA) e o Serviço de Proteção da Natureza e do Ambiente (SEPNA) da GNR, “com o objetivo de obter esclarecimentos técnicos, avaliar a situação ambiental e identificar eventuais fontes de poluição”.
As reuniões institucionais, segundo o mesmo documento, foram pedidas com carácter de urgência, e devem também servira para “definir um plano de atuação concertado que permita a requalificação ambiental do curso de água e a prevenção de futuras ocorrências”.
O município acrescenta que “não se conformará com explicações vagas nem com a normalização de episódios de poluição”, uma vez que “a defesa do rio Nabão exige respostas claras, atuação firme e responsabilidade partilhada entre todas as entidades com competências legais nesta matéria”.
A Câmara manifesta ainda “total disponibilidade para colaborar com todas as entidades competentes, facultando informação, articulando esforços e participando ativamente na definição de soluções eficazes e duradouras”.

































Uma resposta
Todos nós sabemos que existem milhentas instituições governativas, milhentas leis de ambiente mas também milhentes violações diárias dessas leis e do ambiente. Não se compreende a razão de não adoptar 2 simples medidas: 1 – iniciar qualquer actividade de produção após verificação total e emfuncionamento dos requisitos para a actividade sem poluição e 2 – encerramento total da produção até à verificação de condições exigidas para actividade limpa. Quanto à desculpa esfarrapada dos despedimentos, bem, estes existem por culpa do proprietário da actividade que não cumpriu os requisitos para tal, logo, tem este o dever de arcar com as despesas de RH ! Não percebo a angústia de aplicar coisas tão simples…a não ser que as várias “virgens ofendidas” considerem tais medidas “anticonstitucionais”, como agora é moda. Todos muito preocupadíssimos com o ambiente mas quando existem gritantes assassinatos ambientais ou se levam dácadas para resolver ou nada é feito. Neste “país” virtual já é normal esta realidade.