A Câmara de Santarém vai reforçar a sua presença na Feira Nacional da Agricultura, que se realiza no CNEMA, de 7 a 15 de junho. O presidente da autarquia, João Teixeira Leite considera que é fundamental “incrementar e valorizar a agricultura como setor fundamental para o concelho” e que a FNA é “uma arma poderosa para a região e para o concelho implementarem uma maior dinâmica”.
O dia do município scalabitano na FNA será 13 de junho, com a autarquia a disponibilizar pelos habitantes do concelho um total de 30 mil bilhetes que começarão a ser distribuídos em breve pelas juntas de freguesia. O município espera uma grande enchente durante todo o dia mas sobretudo à noite com o concerto de Nininho Vaz Maia.
O autarca quer aprofundar a relação entre o CNEMA, a cidade, o concelho e a região e, por isso, o stand da autarquia vai deixar de estar na entrada e vai para a zona da restauração e das tasquinhas, onde estão várias coletividades do concelho.
A câmara vai novamente mobilizar as escolas, levando à feira mais de 1.300 crianças. “É muito importante que percebam desde cedo a importância da agricultura e dos alimentos”, explica João Leite, acrescentando que “este é um investimento necessário para criar valor” na economia local.
Os restantes municípios da Lezíria do Tejo também vão marcar presença. O 1º dia de feira, sábado, 7 de junho, é dedicado a Rio Maior e no dia seguinte, está em destaque o Cartaxo. No dia 9, realce para Almeirim, enquanto Benavente e Coruche têm o seu dia a 10 de junho. A 11 de junho é a vez da Chamusca e Golegã, a 12 Alpiarça, a 14 Azambuja e o último dia, 15 de junho, relevo para Salvaterra de Magos.
Luís Mira, administrador do CNEMA, elogia a aposta de Santarém, também feita pelo município de Almeirim, que também oferece entradas e organiza um vasto programa de animação na FNA, mas lança o desafio aos outros municípios da região para que apostem mais nesta que é a maior feira agrícola do país. “Da nossa parte há total abertura e grande interesse”, diz o responsável, lamentando que o CNEMA, construído para ser um espaço da região do Ribatejo, nunca ter sido entendido como tal pela maioria das câmaras municipais.
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