São mais de 20 milhões de euros de investimento público, enquadrados nos princípios orientadores da nova geração de políticas de habitação, que vão minimizar fortemente a oferta de habitação pública no concelho com mais de 300 famílias identificadas em lista de espera.
Este valor soma-se ao investimento em fase final de conclusão no Bairro Calouste Gulbenkian, construído na década de 1960 na zona ribeirinha de Alfange e cuja reabilitação decorre ao abrigo do Plano Estratégico de Reabilitação Urbana (PEDU).
O vereador com o pelouro da Habitação na Câmara de Santarém, João Leite, explica que este programa foi desenhado de forma abrangente, com oferta de habitação pública dispersa no território, incluindo nas freguesias rurais, de forma a promover a integração, e vai mais do que duplicar a oferta de habitação municipal de Santarém.
O programa prevê, até 2025, um investimento de 7,8 milhões de euros para aquisição e reabilitação (58 fogos), de mais de 7 milhões para reabilitação (57 em fogos que já pertencem ao município e 136 em outras frações), 4,3 milhões para construção (42 fogos) e 900.000 euros para arrendamento apoiado (35 famílias).
Atualmente a autarquia tem 294 fogos de habitação municipal espalhados por 13 locais da cidade, a que acrescem 23 fogos arrendados a privados e 46 situados em sete freguesias rurais.
































