Segundo uma nota da autarquia, as verbas estão divididas por vários protocolos, “dos quais cerca de 60 mil euros são destinados ao apoio do funcionamento do setor operacional”.
O restante é destinado ao funcionamento das várias equipas, nomeadamente da Equipa de Intervenção Permanente, Posto de Emergência Médica, Força Mínima de Intervenção Operacional e Dispositivo Especial de Combate a Incêndios.
“No que diz respeito à cedência de instalações para funcionamento do serviço municipal de proteção civil, a autarquia atribuiu um apoio de 4.200 euros, englobando uma renda mensal de 350 euros”, explica a mesma nota de imprensa, que acrescenta que a Equipa de Intervenção Permanente foi contemplada com 38 mil euros.
Relativamente ao Posto de Emergência Médica, anteriormente designado por Grupo de Proteção Civil, o valor da verba foi corrigido para 46 mil euros, contemplando despesas de um motorista e um maqueiro com formação de Tripulante de Ambulância de Socorro (TAS).
A Câmara deliberou ainda atribuir uma verba de 23.100 euros à Força Mínima de Intervenção Operacional, sendo esta composta por um grupo de efetivos que opera aos domingos e feriados, e que vai passar a ser constituída por sete elementos, durante 24 horas, por proposta do comandante dos bombeiros.
































