Sáb, 24 Fevereiro 2024

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Cadastrados acusados de degolar taxista e sequestrar mulheres

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Os dois suspeitos do assassinato a sangue frio de António Pedro, um taxista que apareceu degolado num terreno florestal perto da Meia Via, em Torres Novas, vão começar a ser julgados no Tribunal de Santarém esta sexta-feira, 2 de março.

Os arguidos estão acusados pelo Ministério Público de um total de 20 crimes, entre os quais homicídio qualificado, profanação de cadáver, sequestro, extorsão e roubo qualificado.

Um dos arguidos, Luís Peixoto, de 56 anos, vai responder também por abuso sexual de pessoa incapaz de resistência, por alegadamente ter mantido relações forçadas com uma mulher que a dupla raptou e colocou inconsciente, durante a saga de crimes que cometeram no final de abril e início de Maio de 2017, na zona de Torres Novas.

Recorde-se que os arguidos andaram vários dias fugidos às autoridades, quando já eram procurados pelo homicídio de António Pedro, que trabalhava na praça de táxis do Entroncamento, pelo sequestro de duas mulheres, em Torres Novas e Abrantes, e pelo roubo violento a uma advogada de Almeirim.

A vaga de crimes começou a 19 de abril de 2017, um dia depois do arguido Américo Lopes, de 57 anos, ter saído da prisão.

O homem, natural de Constância, foi libertado a meio de um julgamento em Santarém, num processo de burla qualificada a um idoso, em que o taxista era uma das testemunhas da acusação.

O Ministério Público (MP) acredita que a vingança terá sido a principal razão que levou a dupla a assassinar António Pedro, escondendo de seguida o cadáver numa zona de mato.

Quando foram capturados, depois de vários dias a viver numa pensão em Torres Novas com dinheiro e cartões bancários roubados às vítimas, os dois homens tinham na sua posse joias e objetos pessoais do taxista.

A serem provados todos os crimes, Américo Lopes e Luís Peixoto enfrentam uma pena de prisão que se poderá aproximar do limite máximo de 25 anos.

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