Os crimes foram cometidos em maio do ano passado em duas residências particulares, uma na Variante do Bom Amor, em Torres Novas, e a segunda na aldeia da Charneca de Peralva, no concelho de Tomar.
O arguido, de 43 anos, furtou cerca de 3.800 euros em dinheiro, cartões bancários e relógios na primeira moradia que assaltou, tendo conseguido levar 1.160 euros em relógios de coleção e artigos em ouro na segunda vivenda que visitou, cinco dias depois do primeiro crime.
Quando foi capturado pela GNR, no final do mês de junho, o indivíduo tinha ainda na sua posse uma grande parte dos artigos furtados, apesar de ter tentado vender parte do saque numa loja de penhores em Lisboa.
Tendo em conta o número de condenações anteriores por roubos e furtos qualificados, entre outros crimes, o arguido, que estava em liberdade condicional quando cometeu estes assaltos, foi colocado em prisão preventiva no Estabelecimento Prisional de Leiria.
Neste processo que vai começar a ser julgado no Tribunal de Santarém, o Ministério Público (MP) pede a sua condenação como reincidente e deduziu um pedido de indemnização cível de 5.760 euros, sem prejuízo do direito das vítimas a recuperar o seu património.





























