Fabíola Cardoso, eleita do Bloco de Esquerda na Assembleia Municipal de Santarém, dirigiu por escrito um conjunto de questões à Câmara de Santarém acerca dos focos de poluição que afetam o Rio Maior, querendo ainda saber que medidas a autarquia tem tomado para combater ou minorar o problema.
Segundo o documento, as principais preocupações estão relacionadas com descargas sem tratamento da ETAR de Santarém que entram no Rio Maior através de uma vala que desagua na zona da ponte da Asseca, com descargas através da ribeira das Fontainhas, com a poluição vinda de pecuárias e suiniculturas, com a entrada de esgotos urbanos sem qualquer tratamento e com a acumulação de lixos e despejos nas margens.
Estas questões foram referidas a Fabíola Cardoso e a Helena Pinto, deputada do BE na Assembleia da República, durante uma reunião com o Movimento Ecologista do Vale de Santarém, a EcoCartaxo e o Movimento Ar Puro / Rio Maior, que decorreu ao final da tarde de segunda-feira, 19 de maio, e onde foram abordados os principais problemas ambientais que afetam este curso de água, não só no concelho de Santarém, mas também nos de Rio Maior e do Cartaxo.
Junto da Câmara de Santarém, Fabíola Cardoso pretende saber se a autarquia tem identificados os principais pontos de poluição do rio e dos seus afluentes e com que frequência são monitorizados esses pontos, bem como que medidas o município scalabitano já tomou junto do Ministério do Ambiente e dos concelhos vizinhos para articular esforços na despoluição do Rio Maior.






























